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O post Tiradentes apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Mas a cidade sincronizou com a modernidade: fez suas pousadas virarem butiques, suas cozinhas ganharem chefs (e prêmios!), seu casario se manter pintado e fotogênico, seus ateliers obterem renome, seus festivais atraírem a juventude criativa, tudo com um bom grau de sofisticação.
A Matriz de Santo Antônio é o cartão postal de Tiradentes e a igreja mais linda de Minas Gerais, na nossa opinião. Encarapitada no alto de uma ladeira, a igreja é abraçada pela Serra de São José. A fotogênica fachada amarela e branca esconde um opulento interior com mais de 480 quilos de ouro, principalmente na capela-mor e nos seis altares. O órgão com oito fileiras de tubo foi construído em Portugal entre 1785 e 1788.
Rua da Câmara, s/nº,
diariamente, das 9h às 17h,
R$ 5

O momento mais emocionante da nossa viagem para Tiradentes foi o Concerto no Órgão Histórico de Minas Gerais, na Matriz de Santo Antônio. Fomos recebidos pela Elisa Freixo, organista residente e responsável pela manutenção do instrumento. Ela é muito fera e além de cuidar do órgão de Tiradentes é responsável também pelo de Mariana. Isso sem falar nas apresentações que ela faz ao redor do mundo!
O instrumento veio de Portugal em 1800 e bolinha e é muito maravilhoso. Emite um som único, totalmente diferente de tudo que já tínhamos escutado. O concerto acontece todas as sextas, às 20 horas. Tem duração de 1 hora e custa R$ 40. Vale muito à pena!

O Santuário da Santíssima Trindade foi construído em 1810 e todo restaurado em novembro de 2018. Todo ano entre maio e junho acontece a festa do Pai Eterno, com missa festiva e procissão. Ele fica atrás da igreja matriz, e por isso passa desapercebido por muitos turistas.

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos foi construída no início do século XVII para que os negros pudessem frequentar um templo religioso. Você acredita que eles não podiam entrar nas outras igrejas, pois eram exclusivas para os brancos e ricos? Ficamos P da vida com isso, mas como é um fato histórico, registramos aqui. A bela pintura do arco de pedra de cantaria representa os quinze mistérios do Rosário. No adro da igreja são realizados as lindas festas de reinado e congado, com homens em trajes coloridos, que cantam e dançam para celebrar seu padroeiro, São Benedito!
Praça Padre Lourival, s/nº
de quarta a domingo, das 10h às 18h,
R$ 3

A Igreja de São João Evangelista é datada da segunda metade do século XVIII. Ela fica no Largo do Sol, do ladinho do Museu Casa Padre Toledo e da estátua de Tiradentes. Lá está sepultado Manoel Dias de Oliveira, um dos compositores mais badalados da época. Uma curiosidade é que esta é a maior igreja de Tiradentes, seguida pela Matriz de Santo Antônio.

A Capela de Nossa Senhora das Mercês fica no Largo das Mercês, um enorme gramado, que lota de crianças correndo de um lado para o outro nos finais de semana. Lá podemos ver bem a tradição colonial de ter o cemitério junto da igreja. Ela é toda rodeada por túmulos, onde descansam as pessoas pertencentes à irmandade. Você sabia que só podem ser enterrados ali as famílias que contribuem para o funcionamento da igreja?

A Capela de São Francisco de Paula fica no alto de uma colina. Com um extenso gramado na frente é o melhor lugar da cidade para curtir um pôr do sol arrebatador. A construção é linda, mas o que mais chama atenção é o Cruzeiro com todos os símbolos da Paixão de Cristo. Somos apaixonados por cruzeiros, você também?

A Capela do Bom Jesus da Pobreza fica no Largo das Forras, a pracinha principal de Tiradentes. Ela foi inaugurada em 1782 e é bem pequenininha. Demos sorte de encontrá-la aberta e pudemos espiar o singelo interior, com uma linda pintura no forro.

Você sabia que existem seis Passinhos espalhados por Tiradentes? São capelinhas erguidas a partir de 1729, que reproduzem as cenas da Paixão e a subida de Cristo ao Calvário. Eles são usados pela igreja durante a Semana Santa, mas o da Rua Direita fica aberto todo dia!

O Museu da Liturgia é nosso museu preferido em Tiradentes. O exterior colonial contrasta com o moderno espaço interno, que inclui instalações audiovisuais e terminais multimídia. Ali é celebrada a devoção religiosa da região com mais de 420 peças sacras dos séculos XVIII a XX. No pátio externo, que representa os ritos iniciais e finais da missa, ouve-se diferentes músicas e mensagens.
Rua Jogo de Bola, 15,
(32) 3355-1552,
quinta a segunda, das 10h às 17h,
R$ 10

Aberto em 2014, é dedicado à mãe de Maria, considerada protetora dos lares, da família e dos mineradores. No antigo prédio da cadeia pública estão dispostas mais de 300 imagens da santa produzidas entre os séculos XVII e XIX e reunidas pela colecionadora Ângela Gutierrez, ao longo de quatro décadas.
Rua Direita, 93,
(32) 3355-2798,
quarta a segunda, das 10h às 19h,
R$ 5

O Museu Casa Padre Toledo é um dos casarões mais imponentes de Tiradentes. Lá aconteceu a primeira reunião dos inconfidentes, em 1788. Tiradentes levou a fama, mas dizem que o cabeça por trás de todo o movimento da Inconfidência Mineira era o padre. O mobiliário, as porcelanas e as pinturas transportam para o passado. A sala dos espelhos é a mais divertida!
Rua Padre Toledo, 190,
(32) 3355-1549,
terça a sábado, das 10h às 17h,
domingo, das 9h às 15h,
R$ 10

A Casa da Câmara de Tiradentes foi construída no século XVIII e funcionava como câmara e fórum da cidade. Com arcos em estilo romano e uma grande varanda, o imóvel é emoldurado pela Serra de São José. Para um excelente clique, sente na escada e fotografe de baixo para cima, com a Matriz de Santo Antônio no topo da ladeira!

O Sobrado Ramalho é datado do século XVIII e foi residência do maestro Joaquim Ramalho, que mantinha uma orquestra no local. Atualmente é sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e dos ensaios da centenária Orquestra e Banda Ramalho. Se você estiver na cidade domingo a noite, passe lá para dar uma espiadinha!

O Sobrado Quatro Cantos é um autêntico exemplar do século XVIII. Com estas janelinhas fotogênicas é parada obrigatória para os instagramers de plantão. Ele fica na Rua Direita e é uma das construções que resistiram lindamente ao tempo, e que compõem o casario colonial de Tiradentes. Hoje ele é mantido pela Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade / Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para fins culturais.

A Ponte de Pedra foi construída no século XIX para ligar o centro de Tiradentes ao bairro de Santo Antônio do Canjica, onde tinha uma mina de ouro. As colunas na frente da ponte serviam para amarrar os cavalos, enquanto as pessoas iam passear pela cidade.

A construção com elementos barrocos e trabalhado em quartzito data de 1749, quando era a única fonte de água potável da cidade. Na parte da frente as pessoas bebiam água. Na lateral elas lavavam roupas. E atrás servia como bebedouro para os animais. Acima há uma imagem de São José de Botas, padroeiro dos bandeirantes.
Rua do Chafariz, s/nº

A serra que embeleza o entorno da cidade também oferece trilhas que levam a cachoeiras e a mirantes de até 1.260 metros de altura. A mais longa, com 12 km, é a Travessia da Serra, que requer acompanhamento de um guia.

Este prédio mara é a única edificação de três andares no centro histórico de Tiradentes, e uma das construções com mais de 300 anos de história, que deixa a gente de boca aberta. Ele fica no Largo das Forras e funciona como Centro de Atendimento ao Turista (CAT). Lá você pode pegar um mapa com os principais atrativos e sair desbravando a cidade!

O espaço agrega salas de exposições e um anfiteatro jardinado que sediam shows, espetáculos de dança, peças de teatro e atividades durante os eventos da cidade.
Rua Direita, 168
(32) 3355-1503,
segunda a quinta, das 9h às 18h
Quem vai a Tiradentes não pode deixar de conhecer a loja Marcas Mineiras. Ela fica numa casa no Largo das Mercês e quando você entra já dá vontade de morar lá. É tudo lindo, cheiroso e organizado. E só tem produtos de marcas que valorizam a cultura mineira. Tem os artigos de cama, mesa e banho da Graziela Guimarães. Os cristais da Cá d`oro. As cerâmicas da Saramenha. Os tapetes da Marie Camille. E as mineirices da Mercearia Paraopeba. Isso sem falar na cafeteria, que fica no jardim da casa. Um ambiente pra escapar do agito do centrinho da cidade!

O roteiro propõe cursar o centro histórico visitando os ateliers de 14 artistas plásticos, que compartilham seus espaços de criação, expõem e vendem suas obras. Veja por exemplo as colagens de Beth Cavalcanti, as pinturas de Sérgio Ramos e as esculturas em madeira do Valin Branco. As obras do Sérgio Ramos foram amor à primeira vista! Ele tem desde gravuras em A4 até quadros enormes, num estilo próprio, que denominei cubismo mineiro. Sinos, árvores, bicicletas e gatos são objetos recorrentes nas pinturas, que prendem a atenção do observador. São obras lindas, que com certeza eu colocaria na sala da minha casa, isso se eu não fosse nômade digital!

Tiradentes é referência mundial em gastronomia! Todo mês de agosto acontece o Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes, um evento que reúne a nata da culinária brasileira e conta com participações internacionais. Para a alegria dos gourmets, muitos chefs badalados fugiram da cidade grande e se instalaram nesta pacata cidadezinha do interior de Minas. Comida boa é o que não falta, dos simples pratos mineiros as releituras emperequetadas.
Restaurantes
Tragaluz (jantar) – instagram.com/tragaluztiradentes/ (imperdível)
Viradas do Largo (almoço) – www.instagram.com/viradasdolargobeth/ (Beth Beltrão)
Uaithai (almoço ou jantar) – www.instagram.com/uaithaitiradentes/ (imperdível)
Pacco Bacco (jantar) – www.instagram.com/paccoebacco/
Angatu (jantar) – www.instagram.com/angatutiradentes/
Leitão do Luiz Ney (almoço) – www.instagram.com/leitaodoluizneyoficial/
Pau de Angu (almoço) – www.instagram.com/paudeangu/
Mia Confeitaria (lanche) – www.instagram.com/mia_confeitaria/
Confira nossa matéria especial, com os melhores restaurantes da cidade!

Veja 10 opções de hospedagem em Tiradentes com os valores médios de diárias que podem variar de acordo com o período.
Clique no link e faça sua reserva!
Pousada Tesouro de Minas = R$ 195/d – https://bit.ly/3zbW58H (centro)
Pousada Bárbara Bela = R$ 270/d – https://bit.ly/387VSr2
Pousada Arraial Velho – R$ 300/d – http://bit.ly/3idaz0C
Pousada Casa das Fontes = R$ 500/d – https://bit.ly/37UdhDA
Pousada Maria Monteiro – R$ 350/d – https://bit.ly/3mob7EY
Trem do Imperador – R$ 500/d – http://bit.ly/383mN6a (réplicas de vagões de trem)
Pousada Mãe d’Água = R$ 600/d – https://bit.ly/385wsdI (centro)
Pousada Lis Bleu R$ 690/d – https://bit.ly/3D4w2md
Pousada Boutique Oratório = R$ 980/d – https://bit.ly/3LASuHV
Pousada Solar da Ponte – R$ 1.139/d – https://booki.ng/2X8MI7d (centro)
Pousada Pequena Tiradentes – R$ 1300/d – http://bit.ly/2YS3yfa

A Maria-Fumaça que liga Tiradentes à São João del-Rei é o atrativo turístico mais procurado por quem visita a cidade. O passeio de 12km pela Estrada de Ferro Oeste de Minas dura cerca de 1 hora. Funciona sexta, sábado e domingo e o bilhete custa R$ 60 ida e volta.
Na estação de São João não deixe de conhecer o Museu Ferroviário, que conta a história do surgimento das ferrovias no mundo todo. Vale a pena passear o dia todo pela cidade, passando pelas igrejas e museus. Tome um picolé de côco especial no Picolé do Amado e se jogue nas delícias da Taberna D`Omar!
Veja nossa matéria inteira sobre São João!
Praça da Estação, s/nº,
(32) 3371-8485
sexta 13h e 17h,
sábado 11h, 14h e 17h,
domingo 11h e 14h,
R$ 60 (ida e volta)

Distrito da vizinha Prados, Bichinho entrou no mapa turístico graças a iniciativa de Antônio Carlos Bech, conhecido como Toti, que chegou por ali em 1991 e fundou a Oficina de Agosto com o objetivo de ensinar o ofício e gerar renda para a comunidade. Hoje em uma única avenida de terra estão enfileirados uma porção de lojas e ateliers, como a Oficina de Artes e Decoração Anjos Astrais, que faz luminárias com bambu, cabaça e cipó, e a Alex Terra, onde o artista vende objetos de decoração feitos com terras coloridas que encontra na região. Ali ainda fica o Museu do Automóvel da Estrada Real, com mais de 70 carros nacionais, americanos e europeus. (Sítio Pau D’angu – Estrada Real Tiradentes – Bichinho),
(32) 3799-8033,
quarta a domingo de 9h às 18h,
R$ 10
Leia nossa matéria completa sobre o destino!

O Chico Doceiro é parada certa para quem ama doces mineiros feitos no tacho de cobre, como o doce de abóbora, a cocada, o cajuzinho e o imbatível canudinho com doce de leite! Há mais de 50 anos a lojinha era tocada pelo Chico, que faleceu em 2017. Agora o José, filho dele, que sempre ajudou na produção, está no comando.
Rua Francisco Pereira de Morais, 74, Centro,
diariamente das 7h às 18h,
(32) 3355-1900

Mostra de Cinema
Janeiro
Festival de Fotografia
Março
Mostra de Teatro
Maio
Bike Fest
Junho
Festival de Gastronomia
Agosto

Você conhece Tiradentes? Conta pra gente qual seu lugar favorito na cidade!
https://turismodeminas.com.br/produto/combo-guia-1-e-2/
No GUIA DE VIAGEM MINAS GERAIS tem também uma seção dedicada à Tiradentes, com dicas e informações do que fazer e visitar pela cidade. Clique aqui e receba em sua casa o único guia turístico do estado, com destinos imperdíveis, roteiros temáticos, dicas de blogueiros, receitas típicas, paradas nas estradas, dicionário de mineirês e mapas de Minas Gerais e da Estrada Real!
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]]>O post Conceição do Mato Dentro apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Foi então que a Anglo American nos convidou para conhecer as melhorias que eles tinham feito nas trilhas das cachoeiras do Tabuleiro e Rabo de Cavalo, uma fazenda produtora de queijo, e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, que está sendo restaurada.
Aproveitamos a deixa para fazer também um city tour pelo centro histórico, passando pelo Mercado Municipal, pela Cadeia Antiga, pelo Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos, pela Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, e pela Capela de Santana.
O lugarejo surgiu no início do século XVIII, mas só em 1842, Conceição do Mato Dentro deixou de ser distrito do Serro. Por ali passavam os tropeiros, que levavam ouro até os portos do Rio de Janeiro (Estrada Real). Atualmente, o ouro negro (minério de ferro) escorrega pelo mineroduto até o litoral, e é distribuído para o mundo.
A cidade fica a 163 km de Belo Horizonte, tem 18 mil habitantes e é considerada a capital mineira do ecoturismo.
A Cachoeira do Tabuleiro fica no distrito de Tabuleiro, a 20 km da cidade. Chegando no distrito são mais 2 km até a entrada do Parque Natural Municipal do Tabuleiro. O percurso leva cerca de 40 minutos de carro, em estrada de terra.
Chegando no parque fomos fazer a trilha do poço, que tem 2 km de extensão e leva cerca de 2h para ir e mais 2h30 para voltar. A primeira parte do trajeto é praticamente uma escadaria, com quase 700 degraus, mas que está muito bem estruturada e sinalizada, com escadas, corrimão e placas informativas. A última parte é feita caminhando sobre as pedras, no leito do rio, um pouco mais difícil que a primeira pernada.
Ao chegar no poço da cachoeira do Tabuleiro o esforço é logo compensado. São 273 metros de queda d´água, que a consagra como a maior cachoeira de Minas Gerais e a terceira maior do Brasil.
Depois de nadar e curtir o visual, é bom fazer um lanche para repor as energias, antes de retornar a portaria do parque. O caminho de volta é mais cansativo, pois a gente tem que subir toda a escadaria que descemos.
A entrada do parque custa R$ 10. Além da trilha que fizemos tem também a Trilha do Mirante, que são só 700 metros, e a trilha do alto, que são 8 km. É muito importante usar roupas e sapatos adequados, além de passar protetor solar e levar água e lanche. Vale lembrar que fomos no período de seca, o que facilita o acesso, pois o rio está mais baixo, mas por outro lado a queda d´água fica mais minguada.
Eu achei que o percurso seria bem mais difícil. Não que seja fácil, mas se você estiver preparado com o mínimo de condicionamento físico, consegue fazer a trilha numa boa, no seu ritmo. As intervenções que a Anglo American fez facilitaram muito a vida dos que visitam o atrativo.




A Cachoeira Rabo de Cavalo fica no distrito de Itacolomi, a 15 km da cidade. Depois são mais 11 km até o Parque Estadual Serra do Intendente e o início da trilha. O percurso dura cerca de 1 hora de carro, em estrada de terra.
A trilha tem 1,5 km e leva cerca de 40 minutos. O trajeto é quase todo plano e bem leve. Pontes, escadas e corrimões auxiliam nos trechos mais complicados, mas nada de mais.
Antes de descer até o poço tem um mirante, que rende belas fotos. A cachoeira é maravilhosa, com 192 metros de altura. Achei até mais bonita que a do Tabuleiro.
Também é importante estar com roupas e calçados adequados, passar protetor solar e levar água e lanche. A entrada no parque não é cobrada, mas o estacionamento custa R$ 10.




Turismo de experiência é com a gente mesmo, e a Fazenda Córrego Taboão, onde a intrépida Nicinha comanda a produção do queijo, é incrível! Ela é um mulherão da porra, que acorda as 3 horas da manhã, aparta vaca, capa porco, depena galinha, lava o curral, tira leite, produz e vende os queijos, faz teatro, canta no coral, faz pilates e ainda aparece impecável para receber as visitas.
O queijo produzido na fazenda há 80 anos era vendido a R$ 1,50. Hoje, depois de ter participado do Programa Crescer, da Anglo American, que ofereceu consultoria para o negócio dela, os queijos chegam a custar R$ 120.
Ela fez vários cursos, viajou pela Europa, e soube mesclar tudo que aprendeu com sua essência simples e brincalhona. Uma mistura que só poderia ser sucesso! Ela é a única produtora certificada da cidade, e leva o selo da denominação de origem do Serro.
Provamos cinco tipos de queijo: o Minas padrão, o casca clássica, o com fungo 3 meses de cura, o com fungo 6 meses de cura e o com fungo 2 anos de cura. Além das trancinhas, clássica e temperada. Cada um mais delicioso que o outro. Queijos que não deixam nada a desejar para os renomados franceses.
A Fazenda Córrego Taboão é a única a abrir as portas para os turistas, mas a visita vai muito além do queijo. A Nicinha faz questão de mostrar o Recanto Memorial, com objetos antigos que marcaram sua infância humilde. Além de apresentar o moinho d´água, que está na ativa até hoje. E no final, claro, serve um baita café da manhã, com queijos, geleias, doces, pão de queijo, biscoitinhos, sucos, café e leite, tudo produzido por ela. Uma experiência imperdível!




O Mercado Municipal de Conceição do Mato Dentro só funciona sexta e sábado, e é bom chegar cedo, por volta das 7 horas, para garantir que encontrará os quitutes desejados. Um dos mais disputados é o queijo da Nicinha, pois ela só comercializa o produto lá e em um supermercado local.
Lá a gente encontra também manteiga, farofa, biscoitos, frutas, verduras, legumes, carnes, artesanatos e até cosméticos, tudo orgânico. Não é muito grande, mas os produtos são de qualidade, e vem direto das fazendas da região.
O prédio é de 1931, data em que o mercado foi criado. Se você não estiver na cidade nos dias que ele abre, vale uma passadinha para ver a construção e fazer uma foto.



O edifício onde funcionava a Cadeia, o Fórum e a Câmara Municipal é um dos mais bonitos da cidade. Ele reina absoluto, num canteiro central, entre as ruas principais de Conceição. São dois andares, uma escadaria na entrada principal e várias janelas, as do pavimento inferior mantém as grades, pois eram usadas como celas.
O sobrado é de 1842 e testemunhou muitos acontecimentos importantes da época. Hoje ele é sede da Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Espinhaço (AMME), mas dá para entrar e dar uma espiadinha no interior da construção feita em adobe e madeira.


A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição levou quase 100 anos para ser construída e foi inaugurada em 1802. Possui uma imponente fachada branca e marrom. Ainda tem um relógio inglês, abaixo do sino esquerdo, que aciona os badalos de hora em hora.
Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ela está sendo restaurada, desde 2012, com previsão de entrega das obras em dezembro deste ano. Mesmo assim, pudemos conhecer o interior dela e ver de perto o trabalho dos restauradores.
O altar mor está a coisa mais linda do mundo, com destaque para as pinturas nas paredes, que estampam os principais fatos da vida de Nossa Senhora, e para o forro, que mostra a ascensão dela aos céus. As pinturas são originais da época da inauguração da igreja e foram descobertas debaixo de muitas camadas de tinta.
A sacristia também é cheinha de afrescos. Mas o que mais chama atenção é a série de painéis, possivelmente pintados por Mestre Ataíde.


O Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos fica no alto de uma colina e pode ser avistado de qualquer ponto da cidade. A igreja de torre central e ângulos retos, incomum para o período colonial, é ponto de encontro de peregrinos, que chegam todo ano entre 13 e 24 de junho, para celebrar o jubileu. O extenso gramado na frente do santuário serve de acampamento para os devotos, que armam suas barracas ali mesmo.
Anexo a igreja está o convento fundado pelos frades capuchinhos em 1750, quando chegaram em Conceição do Mato Dentro. Atualmente funciona somente como casa paroquial. No complexo ficam ainda um altar externo projetado por Oscar Niemeyer, a sala dos milagres, a via sacra e a casa dos romeiros.


O Largo do Rosário é o cantinho mais charmoso da cidade. A composição da pracinha com o chão de pedras, o coreto e a igrejinha, é o retrato de Minas Gerais. A construção data de 1728, quando os negros foram proibidos pelos brancos de entrarem na igreja matriz.
A imensa chave de ferro fica guardada na casa de uma vizinha da igreja. Se por um acaso não tivesse sido encontrada, não teríamos conhecido o interior da igreja. Bastou alguns solavancos na pesada porta azul, na lateral da igreja, para que a chave se virasse na maçaneta e adentrássemos ao templo.
Foi então que ficamos sabendo que a imagem que fica no altar mor tinha sido roubada da igreja matriz pelos escravos e levada pra lá. No teto estão representados os seis santos negros da igreja católica, com destaque para o São Benedito, pintado por um escravo.



No alto de uma ladeira está a singela Capela de Santana. De paredes brancas, portas e janelas azuis, a capelinha parece até cenográfica. Erguida em 1744, homenageia a avó de Jesus, Sant´Ana, figura de destaque na cena católica.

O hotel é simples, mas arrumadinho. O sinal da internet é fraquíssimo, quase não funciona, mas o café da manhã e o jantar são bons. A recepção é moderninha, com ambiente integrado ao restaurante. As diárias saem a partir de R$ 160.
Consulte as opções e valores de pousadas e hotéis e reserve sua hospedagem por aqui!

A Dona Neusa prepara pratos deliciosos, no estilo mais caseiro de ser. Frango criado no quintal, verduras plantadas na horta e sucos das frutas colhidas do pé. Depois de fazer as trilhas tudo que a gente queria era saborear o franguinho caipira feito por ela. O atendimento nas mesas é feito pela filha dela e no caixa fica o marido dela. Um típico restaurante familiar. O prato feito custa R$ 18.

O restaurante self service a quilo fica no centro da cidade. Tem muita variedade servida no fogão a lenha, além do churrasco. Feijão tropeiro, ora pro nobis, angu, quiabo, frango e lombo, são alguns pratos encontrados.

A Espinhaço Ecotur oferece diversos passeios pela região. Os guias Fábio e Jony, que nos acompanharam nos dois dias, são excelentes. O Fábio até emprestou uma bota reserva dele para o Marden, depois que a sola da bota se soltou completamente, no meio da trilha. Os passeios custam em média R$ 200 para até quatro pessoas.

Ficamos duas noites em Conceição do Mato Dentro e adoramos a cidade. Se você tiver disponibilidade sugerimos umas quatro noites. Nesse período dá pra conhecer também o Cânion do Peixe Tolo e a Cachoeira do Roncador. Além disso, aproveite para curtir o pôr do sol no Parque Municipal Salão de Pedras.

Apesar de ser conhecida também pela produção do Pastel de Angu, nas duas vezes em que estivemos lá não conseguimos comer a iguaria. Vimos somente uma plaquinha na fachada de uma casa, que dizia, vende-se o original pastel de angu da D. Lélia.

Você conhece Conceição do Mato Dentro? Conta pra gente aqui nos comentários o que mais gosta de fazer por lá!
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]]>O post Capitólio: o que fazer, onde ficar, onde comer, quanto custa e dicas extras apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Já visitamos o local quatro vezes e compartilhamos de todo este encantamento. A região é ideal para quem quer curtir e relaxar bem pertinho da natureza. E o melhor, tem atividades para todos os públicos, das mais tranquilas até as mais radicais.
Toda vez que a gente fala que é de Minas Gerais, seja no Uber, em um evento ou uma viagem, o comentário é sempre o mesmo! Nossa, estou querendo conhecer aquele lugar dos cânions e do lago, é Capitólio, né?!
Isso tem ocorrido, repetidamente, de uns anos pra cá, quando as fotos do local começaram a pipocar nos perfis dos instagramers de viagem e na mídia.
Capitólio está aberto para turistas durante a quarentena, adotando medidas de prevenção ao coronavírus. A maioria dos passeios ofertados pela cidade são atividades ao ar livre, nas quais o contato com a natureza é intenso e o risco de contágio é bem menor.
Fundada em 1948, a cidade fica no sudoeste de Minas Gerais e tem pouco mais de 8 mil habitantes. O destino sempre foi famoso pelo condomínio Escarpas do Lago, onde ricos e famosos tem mansões.
Mas a partir de 2015, o turismo se despontou na região e a infraestrutura deu um boom, com o surgimento de novos hotéis, pousadas, bares, restaurantes e empresas de passeios turísticos.
O Lago de Furnas foi projetado em 1963 para a criação da Usina Hidrelétrica de Furnas e abrange 34 municípios. Sendo um dos maiores lagos artificiais do mundo, com 1.406,26 Km².
Ele é considerado um verdadeiro “Mar de Minas” com águas que vão do azul turquesa ao verde-esmeralda. Sua construção impulsionou o turismo na região, devido as belas paisagens formadas pelos cânions e cachoeiras, além da prática de esportes náuticos.
As cidades banhadas pelo Lago da Represa de Furnas são: Aguanil, Alfenas, Alpinópolis, Alterosa, Areado, Boa Esperança, Cabo Verde, Camacho, Campo Belo, Campo do Meio, Campos Gerais, Cana Verde, Candeias, Capitólio, Carmo do Rio Claro, Conceição da Aparecida, Coqueiral, Cristais, Divisa Nova, Elói Mendes, Fama, Formiga, Guapé, Ilicínea, Juruaia, Lavras, Machado, Muzambinho, Nepomuceno, Paraguaçu, Perdões, Pimenta, Poço Fundo, Ribeirão Vermelho, São João Batista do Glória, São José da Barra, Serrania, Três Pontas e Varginha.
Capitólio não tem aeroporto. Os aeroportos mais próximos são o Aeroporto Estadual de Ribeiro Preto, que fica a 238 km, e o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, que fica em Confins, na região metropolitana da capital mineira, a 310km de distância de Capitólio. O ideal para quem vem de outros estados é desembarcar no aeroporto e alugar um carro.
De Belo Horizonte a Capitólio são cerca de 4 horas de viagem. A saída é pela BR-381 até Betim, depois pela BR-262 e, em seguida, pela MG-050. A estrada, na maior parte do trajeto, é de pista simples, mas é boa e tem quatro pedágios (R$6,70 cada).
De carro é a melhor forma de viajar para Capitólio, pois a maioria dos atrativos, hotéis e restaurantes ficam afastados do centro da cidade. Não tem transporte público até os pontos turísticos, que estão em média a 30km do centro, e os táxis são poucos e caros.
A Expresso Gardênia faz o trajeto entre Belo Horizonte e Capitólio, diariamente, com passagens a partir de R$96 o trecho. O ônibus sai de BH às 22h e chega em Capitólio à 1h55. No sentido contrário, tem dois horários disponíveis, sai de Capitólio à 1h e chega em BH às 6h, e também às 13h e chega às 18h.
Receptivos oferecem serviço privativo para turistas, com transporte de BH a Capitólio a partir de R$ 800, para até três pessoas. Em feriados algumas empresas fazem pacotes e excursões para Capitólio.
São 280 km entre BH e Capitólio
De São Paulo para Capitólio são 453 km no total. A Expresso União faz o trajeto de ônibus, e a viagem dura cerca de 8 horas.
Do Rio de Janeiro para Capitólio são 640 km. Não há ônibus direto, você tem as opções de pegar um ônibus para Passos e de lá embarcar em outro ônibus para Capitólio ou pegar um ônibus para Belo Horizonte e pegar outro para Capitólio.
Há quem acredite que o verão seja o melhor período, no entanto, esta época é bastante chuvosa, e tem muita procura por conta das férias. No inverno faz frio, o que pode tirar sua coragem de nadar no lago e nas cachoeira. Portanto, os meses de abril, maio, agosto, setembro, outubro e novembro são ótimos. Nesse período, o clima é mais ameno e dá para aproveitar todos os atrativos com tranquilidade. Dê preferência para as épocas de baixa temporada. Período de férias ou feriados prolongados a região costuma ficar muito cheia e os atrativos bem mais movimentados.
A principal dica é levar roupas leves para utilizar ao fazer as trilhas, além de calçados confortáveis, que possam molhar. E claro, não esqueça as roupas de banho para mergulhar nas águas paradisíacas do Lago de Furnas. Garrafinhas com água para hidratação e protetor solar são essenciais, além do boné, óculos escuros e do repelente, que pode ser útil em alguns passeios.
Se tiver disponibilidade, nossa dica é ficar uma semana em Capitólio. Assim você consegue visitar todos os atrativos da região. Além de dar uma esticadinha até a Serra da Canastra, que super recomendamos. Para conhecer os principais atrativos você vai precisar de pelo menos três dias.
O turismo náutico é um dos principais atrativos. Navegar pelo Lago de Furnas é uma experiência única. Sem dúvida, a imensidão de água ladeada por pastos verdinhos, ficará para sempre na sua memória.
Durante o percurso existem quatro paradas: Vale dos Tucanos, onde é feito uma pausa para banho; Cascata, onde os turistas podem apreciar uma queda d’água; Cânions, o cartão-postal da cidade, onde se pode nadar; e Lagoa Azul, o lugar mais lindo, uma cachoeira com água transparente e gelada, e um bar flutuante.
Os passeios de chalana e catamarã são feitos aos sábados, domingos e feriados, levam cerca de 100 passageiros e custam a partir de R$ 40 por pessoa.
Fizemos o passeio de lancha saindo da ponte do Rio do Turvo, onde diversas agências ofertam o serviço, que pode ser contratado na hora. Existe a opção também de passeios de lancha saindo de Escarpas do Lago.
Quem nos levou para navegar foi o pessoal da Pousada do Rio Turvo. As lanchas com capacidade para 12 pessoas zarpam todos os dias às 10h, às 12h, às 14h, e às 16 horas. O passeio dura 2 horas e custa R$ 90 por pessoa.
Endereço: Rodovia MG 050, km 306
Outro passeio imperdível é visitar a parte alta dos cânions. O acesso pode ser feito de carro até um determinado local e, em seguida, tem uma pequena trilha de nível fácil. A vista é imperdível!
Então celular a postos para registrar a paisagem do alto dos cânions. Aproveite, pois esse atrativo é uma das marcas registradas de Capitólio. Não há uma pessoa que visite a cidade, que não tenha uma foto neste lugar. A entrada custa R$20.
Endereço: Rodovia MG 050, km 315
O balneário é reduto dos endinheirados de Minas Gerais, que ficam ostentando lanchas, carrões e helicópteros. Mas, se você não é um deles, pode alugar uma das mansões para passar o fim de semana.
Lá fica a maior marina de água doce da América Latina e é comum encontrarmos mauricinhos e patricinhas praticando esportes náuticos como, wakeboard, stand up paddle, esqui e jet ski.
No condomínio, que fica a 6km do centro de Capitólio, tem opções de hotéis e de restaurantes, mas se você se hospedar lá saiba que estará distante dos principais atrativos da cidade, pois eles ficam no sentido oposto.
A Trilha do Sol é um complexo para quem curte trekking e cachoeira. Você paga uma taxa de R$ 45 e pode conhecer três cachoeiras e uma praia de naturismo. Vale a pena ficar o dia inteiro.
A cachoeira Do Grito tem uma queda alta e espaço para banho; no Poço Dourado a luz reflete na água e até os peixinhos ficam dourados; e a cachoeira No Limite tem um escorregador natural.
Ah, e tem ainda um espaço de naturismo, onde só os peladões tem acesso. Além de piscina, restaurante, redário e lojinha.
Endereço: Rodovia MG 050, km 304
Depois de vencer os 8 km de trilha, que pode ser feita a pé ou de bicicleta, você chega numa singela capelinha. Um dos pontos mais altos da região tem uma vista de tirar o fôlego. Lá de cima conseguimos ver o lago, os cânions, a cidade de Capitólio e também os municípios ao redor.
Endereço: Saída do Hotel Engenho da Serra, Estrada Capitólio – Dique, km 3
No centro de Capitólio fica o Centro de Informações Turísticas (CAT), onde você pode pegar dicas para os passeios. Lá está também a Associação de Artesãos e Produtores Caseiros de Capitólio (Capitart), para você comprar a lembrancinha viagem. Visite ainda a Igreja Matriz de São Sebastião, que fica na praça principal da cidade, onde toda terça tem feirinha com comidas e produtos típicos. Outro ponto de interesse é a prainha da cidade, na orla da Lagoa de Capitólio, onde os locais praticam exercícios físicos e tem vários bares.
Capitólio tem muitas opções de passeios, deixamos aqui mais algumas sugestões para sua visita à região: Cachoeira Lagoa Azul (R$40), Retiro Viking (R$15), Cachoeiras da Pedra Ancorada e da Capivara (R$15), Poço Dourado (R$10), Cachoeira Diquadinha (gratuito), Passeio de 4×4 (a partir de R$100) e Pedreira Lagoa Azul (R$25).
Capitólio tem alguns atrativos gratuitos como, por exemplo: Escarpas do Lago, Cachoeira Diquadinha e Morro do Chapéu. São pontos turísticos imperdíveis, que não deixam nada a desejar para os demais.
Dá para viajar para a cidade gastando pouco e economizar ficando em camping ou hostel, fazendo refeições rápidas compradas no supermercado e viajando de ônibus.
A cidade não tem nenhuma atração voltada especificamente para crianças, mas elas adoram as atividades. Os passeios de barco são seguros e é obrigatório o uso de colete salva-vidas. Uma boa forma de entreter os pequenos é escolher um hotel-fazenda ou um resort, com estrutura de lazer e monitor.
O Paraíso Perdido é um complexo com oito cachoeiras e 18 piscinas naturais, que fica na cidade vizinha, São João Batista do Glória. O trajeto é feito por uma estrada de terra e é sinuoso e estreito. Mas tudo vale para se chegar a este paraíso natural! A entrada custa R$ 40.
Endereço: Rodovia Municipal SJBG 387, km 4,5
O acesso para a Cachoeira do Lobo é pela Pousada Cachoeira do Lobo, com apenas 350 metros de trilha. O volume de água na cachoeira, que fica no município ao lado, Guapé, é impressionante e forma lindas piscinas naturais. É cobrada uma taxa de R$ 40 por pessoa.
Endereço: Estrada Capitólio – Guapé, km 14
A 100 km de Capitólio fica São Roque de Minas, cidade porta de entrada para o Parque Nacional da Serra da Canastra. Vale a pena se programar para passar uma semana na região, ficando 4 dias em Capitólio e 3 dias em São Roque de Minas. Mas se você não tiver tempo, faça pelo menos um bate e volta. Lá você pode conhecer as fazendas produtoras de queijo, como a Capão Grande, visitar a nascente do Rio São Francisco, e a cachoeira Casca d’Anta, com 186 metros de queda livre!
O Restaurante Turvo é uma parada obrigatória para quem visita a região. Com diversas opções de pratos e peixes pescados no lago, como traíra e tilápia. O restaurante fica em frente ao pier, de onde partem os passeios de barco e é ideal para antes ou depois da aventura. Experimentamos a traíra grelhada, com viradinho de pimentões, azeitonas, alho frito e cebolas salteadas no azeite, que é deliciosa, e vem acompanhada de arroz, purê de batata e pirão (R$ 96 e servem duas pessoas)!
Endereço: Rodovia MG 050, km 306
Se tem algo que mineiro é expert é quando o assunto é queijo. Então, nada melhor do que aproveitar uma paradinha no Empório Queijos Califórnia para comer um suculento pão com linguiça, queijo canastra e geleia de pimenta (R$ 14). E você ainda garante algumas lembrancinhas como os deliciosos queijos, doces e cachaças. É ideal para o lanche da tarde!
Endereço: Rodovia MG 050, km 290
O Kanto da Ilha é o point de Capitólio. O lugar no melhor estilo beach club, tem deck de frente para o lago, com restaurante e ainda fabrica a própria cerveja artesanal, a Scarpas.
Lá rolam as baladas mais concorridas da região, regadas a espumantes Moet Chandon e Veuve Clicquot e ao som de famosos DJs. Os convites para as datas especiais são disputadíssimos!
Passamos uma tarde lá, provando as cervejas pilsen, weizen e pale ale da Scarpas (a partir de R$ 15). O pôr do sol é um dos mais belos!
Endereço: Estrada Capitólio, km 8
Em feriados prolongados e em férias escolares, quando Capitólio fica lotada de turistas, a curtição rola solta, com muitas baladas.
Acontecem muitas festas e shows, sem hora para acabar, em lanchas e em boates. A música toca na cidade 24h por dia e não tem como escapar, pois vem de todos os lados.
De dia as pessoas costumam enfileirar as lanchas perto das cachoeiras e curtirem o som ali mesmo, regados a cervejas e drinks. A noite a badalação acontece em bares bem concorridos como Kanto da Ilha, Scarpas Bier House e Hud´s Lounge.
Capitólio tem dezenas de campings, pousadas, hotéis, resorts e casas para alugar. Os preços variam de acordo com a época do ano e com o tipo da acomodação escolhida, das mais simples as mais luxuosas. Os hotéis localizados no centro da cidade costumam ser mais baratos, mas os que ficam às margens da rodovia MG-050 tem áreas de lazer completa.
Nossa dica para a estadia em Capitólio é o Engenho da Serra Hotel e Ecoresort. Um espaço estilo fazenda, e com fácil acesso aos pontos turísticos.
Com estrutura de resort, o hotel oferece várias opções de entretenimento como três piscinas ao ar livre, piscina coberta e aquecida, quadra poliesportiva, campo de futebol, salão de jogos, além de caminhada ecológica, passeio de lancha e pesca esportiva.
O hotel tem diferentes categorias de acomodações com tarifas diferenciadas. Há opções de suítes na lagoa, térreo com varanda, luxo térreo, luxo superior, superior com sacada e super luxo.
Para as crianças, tem ainda o leite ao pé da vaca, onde elas podem acompanhar a ordenha das vacas no nascer do sol. Uma experiência bem autêntica para a meninada da cidade grande!
Endereço: Estrada do Dique, Km 3
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O valor da viagem vai de acordo com o meio de transporte escolhido, com o tipo de hospedagem, os passeios, os restaurantes e com a quantidade de dias disponíveis.
Fizemos uma simulação de quanto você gastaria para ficar em Capitólio por 3 noites, viajando de ônibus, se hospedando em um hotel econômico, comendo em restaurantes de preço médio e fazendo dois passeios.
Passagem de ônibus = R$ 200
Hospedagem: 3 diárias = R$ 240
Restaurante: 6 refeições = R$ 300
Passeios: catamarã e Trilha do Sol = R$ 85
Total = R$ 825,00
O carro é a melhor forma de ir a Capitólio, pois facilita nos deslocamentos aos atrativos. Há diversas opções de locadoras tanto nos aeroportos, como nas principais cidades do estado. Somos parceiros da RentCars, uma plataforma que reúne mais de 100 locadoras de carro em um só lugar. Lá você pode pesquisar, comparar e garantir o melhor preço. Outra vantagem é que você faz tudo online, e ainda pode parcelar em 12x. Clique aqui para alugar um carro!
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