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]]>O estado de Minas Gerais reúne diferentes regiões produtoras de queijo. Aliás, o estado tem uma das tradições queijeiras mais antigas do país, graças aos colonizadores portugueses que transmitiram os métodos de produção no século XVIII.
Considerado Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro em 2008, o queijo mineiro mantém a tradição artesanal, sempre produzido com leite cru. São mais de 30 mil pequenos produtores em 600 municípios.
Neste post você conhece as sete regiões produtoras do estado e confere as cidades nas quais as fazendas são abertas para visitas. Assim como o mineiro, que é louco por queijo, você também vai se apaixonar por esta iguaria!
O queijo canastra, que hoje é um dos mais notórios de Minas, é fabricado em sete cidades da região, mas é em São Roque de Minas que está concentrado o maior número de produtores, que abrem suas fazendas e casas para receber os visitantes. Eles são tão organizados que criaram a Associação dos Produtores de Queijo Canastra – Aprocan, onde você pode conhecer um pouco sobre cada associado e o trabalho desenvolvido pela entidade (queijodacanastra.com.br). Entre os produtores mais conhecidos estão: o Zé Mario, da Fazenda São Bento; o Guilherme, do Capim Canastra; o Carlos Henrique e a Solange, da Capão Grande; e o João Carlos, da Agro Serra.
Leia matéria com dicas e roteiro sobre São Roque de Minas (fazendas e parque da Canastra)
A produção queijeira local é feita pelos municípios da microrregião de Irajá, que compreende os municípios de Araxá, Tapira, Pratinha, Conquista, Ibiá, Campos Altos, Perdizes, Pedrinópolis, Sacramento e Medeiro. Entre os destaques está o produtor Alexandre Honorato, ganhador do título de melhor queijo do estado, em 2009, que se dedica ao ofício há 30 anos e hoje tem uma produção de 100 quilos por dia, na Fazenda Só Nata. Em 2017, o Sítio Real, dos produtores Reinaldo e Dalva foram também premiados com cinco medalhas de ouro: no concurso regional, em Araxá; no concurso estadual, em Tiradentes; no concurso popular no Festival do Queijo, em BH; e duas no concurso nacional, em São Paulo.
Leia matéria com dicas e roteiro sobre Araxá
A produção do queijo é facilitada por características naturais do local, como a fertilidade do solo e a abundância de água, além de um clima ameno. Na Fazenda Pavão, a família de João José de Melo trabalha no ramo há quatro gerações, produzindo o queijo Artesanal Imperial, que recebe uma resina amarela para promover uma cura mais lenta.
O queijo da região é produzido em dez municípios: Serro, Rio Vermelho, Serra Azul de Minas, Santo Antônio do Itambé, Materlândia, Sabinópolis, Alvorada de Minas, Dom Joaquim, Conceição do Mato Dentro e Paulistas. Graças ao clima quente, a iguaria local é menos maturada, e costuma também ser macia.
Leia matéria com dicas e roteiro sobre Serro
A microrregião abrange 15 municípios. É possível realizar o Roteiro dos Queijos Finos no Caminho Velho da Estrada Real, que vai de Paraty a Ouro Preto, passando por São Vicente de Minas, Carrancas, Madre de Deus de Minas, Andrelândia, Cruzília, São João del-Rei e São Sebastião da Vitória. No caminho, provam-se os queijos locais trazidos ao Brasil nos anos 1920 pelos dinamarqueses, como os azuis, brancos e suíços.
A região do Alto Paranaíba, no oeste do estado, lançou em 2006 o selo “Queijo do Cerrado”. Diferente do queijo da canastra, o do cerrado deve ser consumido mais cedo. Geralmente é na fase de maturação média e tem como características o sabor amanteigado e a consistência macia.
Entre os dez municípios que a compõe há 1,3 mil produtores de queijo. Entre eles está o Gilson Fernandes da Costa, de Monte Carmelo, vencedor do primeiro concurso da região. Ele trabalha na área há 20 anos e produz 13 quilos de queijo por dia.
Ficou com vontade de comer um queijinho? Compartilhe com seus amigos e marque logo uma viagem por Minas! Conhece algum lugar bacana que produz queijo? Conta pra gente nos comentários!
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]]>O post 15 experiências gastronômicas que você tem que provar em Minas apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Confira a seleção que fizemos de produtos e estabelecimentos tradicionais em várias cidades mineiras, que visitamos durante a Expedição Turismo de Minas. Tem opções para todos os gostos! Que tal se arriscar em uma experiência gastronômica pelo estado?
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A coxinha de frango do Bar Barroco é a mais famosa de Ouro Preto. Tanto que o local é ponto de encontro dos universitários, moradores locais e visitantes. São mais de três décadas de tradição na cidade.
O tradicional Picolé do Amado começou a produção em São João del-Rei em 1965. Atualmente já existem unidades em Tiradentes e Belo Horizonte. O picolé é feito artesanalmente com frutas frescas e ingredientes de primeira, que garantem a qualidade e o sabor inigualável.
Em um espaço rústico e agradável, a Taberna D’Omar é uma ótima opção para encher a mala de doces lembranças. São quitutes dos mais variados e a dica especial é o cookie de maracujá, uma delícia a parte que você só encontra lá.
A combinação de doce de leite e canudinho é uma das maravilhas que se encontra em Minas. Ao visitar Tiradentes o Chico Doceiro é parada obrigatória para experimentar a guloseima mais tradicional da cidade e ainda adoçar o passeio.

O saudoso Chico Doceiro, que produzia o canudinho de doce de leite em Tiradentes – Foto: Marden Couto/TM
Em Capitólio a boa pedida é comer o delicioso pão com linguiça e queijo canastra do Queijos Califórnia, acompanhado de geleia de pimenta. É de comer rezando e vale experimentar e ainda repetir.
Se você vai a Diamantina, não deixe de experimentar a esfiha de carne e ora-pro-nobis do Al Árabe. Um toque bem mineiro com um sabor característico da nossa terra.
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Fundada em 1978, a primeira e única fábrica de chocolates em Monte Verde, é um destaque na cidade com várias delícias. Uma das mais conhecidas e pedidas pelo público é a sopa de morango. A combinação perfeita de morangos batidos com chocolate trufado e acompanhado de sorvete de creme. Se visitar Monte Verde já sabe onde deve garantir a sobremesa né?
A Senhora das Especiarias vende várias iguarias como geleias, temperos, conservas, molhos e antepastos. A geleia cremosa de limão é divina! É impossível deixar Gonçalves sem levar um pouquinho dessas delícias na mala.
Quando o assunto é doce, não tem nem como esquecer as barras gigantes de 100 a 500kg da Doce da Roça, que já são produzidos há três gerações. O mais famoso é o doce de abóbora com pedaços de coco. Há outras opções bem cotadas como o manjar com ameixa, o pingo de leite com amendoim, a goiabada cascão, a cocada com bananas caramelizadas, e o prestígio, além das compotas.
A cafeteria se destaca no calçadão da cidade, com fachada colorida e mesas na calçada. Sofás estofados com sacas de café e parede lotada de blends, que você pode levar para casa completam o ambiente. Do local partem os passeios para a Rota do Café Especial, que visita uma lavoura premiada.
Para quem visita a cidade o torresmo do Bar do Bigode é iguaria imperdível. O bar é um point e sua fama de melhor torresmo do Brasil atrai turistas de diversos lugares. É realmente de dar água na boca. O bar serve torresmo de três tipos: “torresminho”, o torresmo de “tira”, que é suculento e o mais famoso, e o torresmo de “ponta”. Ótima pedida para um happy hour.
Quem começou a tradição foi dona Matilde Cunha Torino, que preparava o pé de moleque para o marido vender na estação de trem, onde trabalhava na década de 30. O bico deu tão certo que até hoje o doce é vendido pelos descendentes do casal na tradicional e famosa Barraca Vermelha. Encomendas também podem ser feitas pelo site, com entrega para todo o Brasil.

Sonia, da Barraca Vermelha, em Piranguinho, produz o tradicional pé de moleque – Foto: Marden Couto/TM
Para quem gosta de apreciar um docinho bem mineiro, o pudim de doce de leite mais famoso de Extrema é divino. Ganhou até um prêmio na França, como melhor pudim do mundo. No local são servidos vários pratos típicos de Minas Gerais.
ASSISTA AO VÍDEO QUE FIZEMOS EM EXTREMA
O Queijo Azul de Minas tem um sabor único, feito com ingredientes de alta qualidade, produzido com leite selecionado, cepas especiais de fermento e maturado por 45 dias. Possui uma cremosidade exclusiva, certamente um queijo diferenciado, que vale muito a pena experimentar.
Um espaço curioso que reúne um museu e uma lanchonete. A parada do Jeca Tatu é famosa para quem está nas redondezas de Itabirito. O principal pedido é o famoso pastel de angu, uma das delícias de Minas. No local há várias antiguidades como vinis, instrumentos, vitrolas, carros, entre outros itens.
Você gostou das nossas dicas? Conta pra gente nos comentários outras delícias que podemos experimentar no interior de Minas!
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]]>O post Os 10 melhores mercados de Minas Gerais apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Em Minas Gerais temos várias cidades que possuem um mercado central interessante e que são excelentes opções de passeios para experimentar as delícias como os pratos e petiscos tradicionais.
Confira a seleção de mercados que indicamos para você conhecer no estado!
O Mercado Central da capital mineira, inaugurado em 1929, é um dos tradicionais pontos turísticos da cidade e recebe milhares de visitantes por mês. No local é possível encontrar temperos, aromas e sabores marcantes da culinária mineira. Com mais de 80 anos de história e 400 lojas, o mercado também é ponto de encontro dos belo-horizontinos. Para não se perder na imensidão de produtos, o mercado tem visitas guiadas que podem ser agendadas.
Av. Augusto de Lima, 744 – Centro
Foi criado em 1974 com o objetivo de conduzir os feirantes das ruas para um espaço seguro e destinado a comercialização dos seus produtos. É um ponto tradicional da capital mineira e estima-se que passem pelo mercado cerca de 20 mil pessoas por semana.
R. Ouro Fino, 452 – Cruzeiro, Belo Horizonte
Uma grande feira com diversas opções, desde hortaliças, frutas e carnes até tecidos. A feira surgiu da união dos produtores de hortifrutis, em 1950, no bairro Lagoinha. Anos depois, em 1981, a Prefeitura de Belo Horizonte cedeu um novo espaço em troca da região da Lagoinha para a construção da estação de metrô e o novo endereço da feira passou a ser na Cristiano Machado, no bairro Cidade Nova.
Av. Cristiano Machado, 1.950 – Cidade Nova
O antigo rancho dos tropeiros, de 1835, foi restaurado em 1997 e desde então abriga o Mercado Municipal. Localizado no centro da cidade é ponto turístico imperdível. Além de encontrar iguarias para alimentação e artesanato, o mercado também abriga um centro cultural. E na sexta após às 18h, tem música ao vivo para embalar a noite. Vale a visita!
Praça. Br. do Guaicuí, 171 – Centro Histórico
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Primeiro mercado público da cidade, o Mercado Municipal de Juiz de Fora foi inaugurado em 31 de dezembro de 1904. Funcionava inicialmente na Avenida dos Andradas, em um prédio construído especialmente para este fim. Em 1987, o mercado foi transferido para o Espaço Mascarenhas. No local é possível encontrar temperos variados, doces caseiros, artesanatos além de frutas, legumes, verduras, carnes, peixes, embutidos, cachaças entre outros itens bem mineiros.
Avenida Getúlio Vargas, 188 – Centro
O primeiro mercado foi inaugurado em setembro de 1899, já o atual prédio do mercado municipal é datado de 1992. O local reúne de tudo um pouco, com destaque para os produtos típicos do norte de Minas, carne de sol e pequi. É um ponto de encontro dos amigos para prosear e apreciar alguns petiscos. Os temperos variados também conquistam os fregueses e os turistas.
Rua Mal. Deodoro, 1.460 – Centro
O atual prédio do mercado, construído em 1969, não foi a sua primeira sede na cidade. Em Poços de Caldas o primeiro mercado é de 1890 e ficava na esquina da Av. Francisco Salles com a Assis Figueiredo. Na década de 60 o mercado foi transferido para o local atual, na região central, com o intuito de melhorar o acesso das pessoas. São 193 boxes internos e 54 externos, que compõem o complexo do Mercado Municipal da Poços de Caldas, onde o cliente encontra produtos típicos, frutas e legumes, além de artesanato local.
Rua Pernambuco, s/n – Centro
Situado na região central da cidade, ocupa um quarteirão inteiro entre a Rua Epaminondas Otoni e a Avenida Getúlio Vargas. O espaço é ponto de encontro e destino certo dos turistas. A variedade de produtos atrai inúmeros consumidores, são itens de hortifrútis, carnes, queijos e temperos, além dos artesanatos que expressam a cultura local.
Rua Teodorico Tourinho, 349 – Centro
A primeira sede do mercado de Uberaba foi construída em 1882, mas anos depois foi demolida. Depois de permanecer provisoriamente em outro endereço, em agosto de 1924, foi inaugurada a sede definitiva. Desde então o espaço já passou por algumas reformas para remodelações e ampliação, além de construção de banheiros e mezanino para melhor atender os clientes.
Praça Manoel Terra, 255 – Centro
A construção é de 1944 com traços da arquitetura moderna para a época. Funcionou como centro atacadista até 1977, depois o comércio foi transferido para a Ceasa. O mercado é famoso pela comercialização dos produtos caseiros como doces, queijos regionais, mel e alimentos naturais, além dos hortifrútis. Lá também é possível encontrar carnes variadas, peixes e frutos do mar.
Rua Olegário Maciel, 255 – Centro
Você já visitou algum destes mercados? Conta pra gente o que você mais gosta de fazer nos mercados!
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]]>Para comprovar como a culinária mineira conquista todo mundo, listamos alguns pratos típicos que só de pensar já dão água na boca. Confira!
O frango com quiabo é um clássico, muito comum nas mesas dos mineiros e também nos restaurantes típicos. Não tem como vir a Minas e não provar esse prato.
Em Minas esse prato é conhecido como frango ao molho pardo, mas existem variações em outras regiões, como no nordeste onde é chamado de galinha à cabidela. A sua origem é portuguesa e a base do molho pardo é o sangue, que incrementa ainda mais a receita.
Ideal para os dias frios, a canjiquinha com a costelinha é um convite a comilança. Esse prato é tão gostoso que é impossível comer uma vez só.
O tropeiro é famoso na mesa do mineiro e prato oficial de quem vai ao estádio Mineirão, em BH. A iguaria leva farinha, ovo, carnes variadas e feijão. Conta-se que a receita surgiu dos tropeiros, nome dado aos homens responsáveis por transportar os alimentos durante o período colonial.
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É um feijão batido com farinha, um prato também muito comum de se encontrar nos restaurantes. Rodelas de ovos e cebolinhas são os típicos itens de decoração na receita.
Mandioca com carne de boi, a vaca atolada está muito presente quando a temperatura dos termômetros começam a cair. A origem do nome é justamente porque a carne fica embrenhada em meio à mandioca.
Um arroz mais carregado que utiliza a suã – um tipo de carne de porco -, como ingrediente principal. O mais divertido é sugar a carne do osso, fazendo barulho.
A rabada com agrião também tem seu valor na culinária mineira. Ela é cozida por horas e horas junto com o agrião e servida desmanchando.
A regra para não desperdiçar é juntar as sobras das refeições e fazer um grande mexido, colocar um ovo estalado por cima dá aquele toque especial. A ideia é tão boa que existem até restaurantes que possuem a opção mexido no cardápio.
Essa maravilha feita de água e fubá vai bem como acompanhamento de quase todos os pratos mineiros. Pode ser molinho ou cortado em pedaços.
Sem dúvida a couve está no top 5 das verduras que o mineiro mais gosta. Além disso, acompanha várias receitas e ainda garante nutrientes para quem come. Pode ser consumida crua ou refogada.
Os embutidos também agradam muito por aqui, seja para compor receitas, para o churrasco ou para comer com pão ou pão de queijo em uma parada pela estrada. É possível encontrar uma grande variedade de linguiças pelo estado.
Qual a sua comida mineira preferida? Conta pra gente nos comentários!
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]]>Quase todos os pratos da cozinha mineira contam com ingredientes especiais, além de trazer elementos que cultivam a diversidade local, iniciada com o primeiro adentramento dos exploradores de ouro. Para provar que este é o estado da gastronomia, separamos seis pratos típicos de Minas Gerais para você saborear quando passar por algum restaurante da região. Boa leitura e bom apetite!
O pequi é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, sendo muito utilizada no norte de Minas Gerais. Comer pequi pode parecer difícil para quem nunca viu a fruta — primeiro, o caroço precisa ser roído e, em seguida, deve-se extrair a fina polpa exterior. Cuidado: o caroço tem alguns espinhos que podem machucar! A combinação perfeita do pequi é com o arroz, já que a fruta dá um perfume delicioso ao prato e tem o gosto bem marcante.
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O bambá de couve é uma tradição mineira — e a culinária mineira é pródiga na simplicidade e no sabor irresistível! Trata-se de um caldo grosso e bem temperado, feito com paio, fubá e folhas de couve picadas. Por ser fácil de fazer, é uma comida típica adorada até por quem não mora em Minas Gerais. Combina principalmente com dias frios!
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O nome é engraçado, e o prato é delicioso. É uma receita feita com um generoso pedaço de lombo, farofa e um preparo minucioso dá todo o sabor para não querer parar mais de comer. Afinal de contas, Minas Gerais é conhecida também por seus temperos e combinações ricas!
LEIA TAMBÉM – 4 cidades de Minas Gerais para você fazer turismo de aventura
Como já mencionamos, Minas Gerais ficou conhecida por ser pioneira entre os exploradores de ouro no Brasil. O leitão à pururuca foi trazido pelos portugueses e ficou famoso na região por seu tempero e sabor. Sirva acompanhado de arroz branco, farofa e feijão-tropeiro. O processo completo para assar o leitão é realizado em cerca de sete horas, após as quais adquire-se a crocância e o sabor único do prato.
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Também conhecido como cozido à moda mineira, o prato tem banha, carne de vaca, linguiça, legumes e farinha de mandioca. Antigamente, o sal só podia ser trazido de Portugal — com isso, o fubá de milho era servido sem o sal, o que deixava o gosto sem graça. Mas com as devidas alterações, o prato ganhou sabor e tempero.
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Sericaia é um doce português que ganhou sabor nas mãos dos mineiros. Os ingredientes são marcados pela quantidade de ovos, farinha e açúcar, tudo é misturado e lavado em fogo brando. Logo em seguida, assado em forno quente por meia hora. O sabor é totalmente irresistível!
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Viu só? Minas Gerais é um estado muita rico em gastronomia, possuindo pratos típicos deliciosos. Colocamos aqui apenas algumas de suas iguarias, mas o cardápio é imenso e vale a pena conferir se estiver perto de algum restaurante típico!
Gostou de conhecer um pouco mais sobre a culinária de Minas Gerais?
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]]>O post 6 doces mineiros que você tem que provar apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Muitos dos tradicionais doces artesanais mineiros começaram a ser vendidos para incrementar a rendas das famílias. A dedicação dos produtores e a qualidade dos ingredientes, porém, logo consagrou-os como típicos das cidades.
Neste post trazemos seis doces mineiros que são adorados por quem vive por aqui. E você, claro, vindo por estas bandas, não deixe de experimentar estas delícias. Aliás, vale a pena até guardar espaço na mala pra levar uns pra casa.
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Produzido desde 1980, o Doce de Leite Viçosa já foi considerado nove vezes o melhor do Brasil. O doce é produzido pelo setor de laticínios da Fundação Arthur Bernardes (Funarbe) e tem o apoio de pesquisa da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Sua fama ultrapassa as fronteiras do estado.
Tradicional iguaria mineira, a goiabada do município de Ponte Nova é famosa pela cremosidade, ideal para comer de colher. Entre os principais produtores está a Goiabada Zélia, a mais antiga da cidade, criada nos anos 1930 por três irmãs.
É fácil encontrar o doce na cidade: ele é vendido em barracas coloridas na beira da rodovia BR-459, em Piranguinho. Quem começou a tradição foi dona Matilde Cunha Torino, que preparava o pé de moleque para o marido vender na estação de trem, onde trabalhava nos anos 1930. O bico deu tão certo que até hoje o doce é vendido pelos descendentes do casal na tradicional e famosa Barraca Vermelha. Além disso, as encomendas também podem ser feitas pelo site com entrega para todo o Brasil.
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Se você gosta de doces vai pirar com estes em barras redondas gigantes da Doce da Roça, produzidos há três gerações. São doces enormes, de 100 a 500 kg, que entraram até para o livro dos recordes. O carro chefe da casa é o doce de abóbora com pedaços de côco, divino! Mas tem também o de manjar com ameixa, o pingo de leite com amendoim, a goiabada cascão, a cocada com bananas caramelizadas e o prestígio. Isso sem falar das compotas.
O comércio familiar de compotas se transformou em um mercado profissional, com sete empresas no ramo atualmente. Uma delas é da Dona Joaninha, que vende doces desde o final da década de 1960. Hoje, produz 3 mil compotas por mês, de sabores como ameixinha de queijo e doce de figo em calda.
Lagoa Dourada, cidadezinha perto de São João-del-Rei e Tiradentes, é famosa pela fabricação e comercialização de rocamboles, tradição perpetuada entre as famílias desde 1907. Na avenida principal da cidade tem um estabelecimento atrás do outro anunciando o rocambole, que é recheado na hora com diversas opções de doces.
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E ai, deu água na boca? Vem pra Minas! Tem algum doce típico pra nos indicar? Deixe aqui nos comentários!
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Com mais de um milhão de hectares plantados, o grão é o mais importante produto de exportação. Responsável por impulsionar o agronegócio mineiro e é vendido para mais de 60 países do mundo. O Brasil e, particularmente, Minas Gerais, se destaca a cada ano pelos volumes produzidos. E também pela qualidade e diferenciais que só a bebida mineira tem. O grão bastante apreciado já se destaca, inclusive, em concursos com padrões internacionais. A explicação para tamanha qualidade é a perfeita combinação entre fatores de clima e solo, com terras de grande fertilidade, além das águas puras das principais regiões produtoras de café no Estado, como o Sul e o Cerrado.
O café, assim como o vinho, é influenciado por diferentes fatores que determinam suas características. Entre elas, aroma, corpo, acidez, amargor e doçura. Todos esses itens devem atingir uma harmonia para resultar numa xícara da bebida que revele grau extremo de qualidade e sabor. Também influenciam o paladar final de um café especial: altitude da área onde é plantado, tipo de solo, condições climáticas, genética do grão, manutenção dos cafezais, cuidados na colheita, armazenamento, seleção, torrefação, moagem e a origem dos grãos.
Entre 6% e 10% da produção total do Brasil são de cafés especiais e no mercado mundial, 12% da demanda já se volta para este tipo do produto. Porém, o país está atingindo um novo patamar em que o grão, atualmente com produção concentrada em volume, começa a migrar para o segmento gourmet, no qual o que mais vale é a qualidade do produto.
E o turismo também ganha com isso. Algumas fazendas cafeeiras de Minas recebem visitantes para conhecer a produção do grão. Outras já ofertam ao mercado roteiros turísticos para conhecer o grão do pé a xícara, como: a Rota do Café Especial, na Fazenda Sertão, na Serra da Mantiqueira, em Carmo de Minas; a Fazenda Pedra Redonda, na Serra do Brigadeiro, em Araponga; o programa Café Completo, na Fazenda Cachoeira, em Santo Antônio do Amparo; o Roteiro dos Cafés Especiais, na Fazenda Capoeira, em Areado.
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