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O post 9 Produtos com Indicação Geográfica em Minas Gerais apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>O registro reconhece reputação, qualidades e características que estão vinculadas ao local. E comunica ao mundo, que uma certa região se especializou e tem capacidade de produzir um artigo diferenciado e de excelência.
As Indicações Geográficas se dividem em Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO).
A Indicação de Procedência (IP) é o reconhecimento de país, cidade ou região, que se tornou notório pela extração ou fabricação de um produto ou prestação de um serviço.
A Denominação de Origem (DO) é concedida quando as características de um produto ou serviço resultam de influência do meio geográfico (o terroir) de um país, cidade ou região, incluindo fatores naturais e humanos.
Minas Gerais é o segundo estado com o maior número de produtos com Indicação Geográfica, atrás somente do Rio Grande do Sul.
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]]>O post 9 chafarizes mineiros para você matar a sede apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>São verdadeiras obras de arte que integram a paisagem e refrescam os que por ali passam. Confira o top 9 chafarizes do estado, que destacamos nessa matéria!
Da Cadeia Velha – Caeté
O Chafariz da Candeia Velha foi construído pelos escravos em 1800 e edificado entre colunas de alvenaria de pedra.
Da Legalidade – São João del-Rei
É o último chafariz público em pedra-sabão na cidade, foi construído em 1834 para lembrar o triunfo da Legalidade. O monumento tem ao centro dois peixes, nas laterais quatro carrancas e no topo, o símbolo do império brasileiro.
De Brumal – Santa Bárbara
Construído em 1898, o Chafariz de Brumal, distrito de Santa Bárbara, é um dos marcos da evolução histórica do distrito e do município. A obra é feita em pedra-sabão e foi instalada na antiga Praça do Comércio, hoje Praça Pio XII e, atualmente, está localizado no largo da Igreja de Santo Amaro, em Brumal.
Do Rosário – Diamantina
Situado em frente à Igreja do Rosário, uma das mais antigas da cidade, o chafariz que recebe o mesmo nome foi construído em 1787, possui duas bicas com água potável e um tanque para bebedouro de animais.
ASSISTA AO VÍDEO QUE GRAVAMOS EM DIAMANTINA
Do Solar da Intendência – Congonhas
À frente do Casarão Solar da Intendência, antiga prefeitura da cidade, está localizado o chafariz de nome homônimo.
Kaquende – Sabará
Dizem que quem bebe água do Chafariz do Kaquende sempre volta à Sabará. Se esse é o seu desejo, sem dúvida o Kaquende é um dos pontos turísticos imperdíveis. Desde 1757 as águas da nascente do Morro de São Francisco abastecem a cidade.
Marília de Dirceu – Ouro Preto
Seu nome é relacionado à Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, a imortalizada Marília das liras de Tomás Antônio Gonzaga, de um dos clássicos da literatura brasileira – Marília de Dirceu. O chafariz foi construído em 1758 e recebeu esse nome por estar localizado no largo onde ela viveu. Com características típicas do barroco como conchas, volutas e folhas de acanto, a obra é tombada pelo Iphan.
São Francisco – Mariana
O Chafariz São Francisco possui bela arquitetura trabalhada com o símbolo da coroa e o brasão esculpidos na parte dianteira. Está localizado ao lado da Praça Gomes Freire.
São José – Tiradentes
A construção é datada de 1749 e impressiona por sua grandiosidade e semelhança com a fachada de uma igreja. Recém-reformada a construção com elementos barrocos e trabalhada em quartzito era fonte de abastecimento para a população local e para os animais. Acima há a imagem de São José de Botas, padroeiro dos bandeirantes.
Você já visitou algum destes pontos turísticos? Conta pra gente nos comentários!
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]]>Lendas são narrativas em que um fato histórico, centralizado em algum herói popular, se amplifica e se transforma sob a imaginação popular. Em Minas, essas lendas surgiram das histórias herdadas pelos indígenas e também por mitos e contos trazidos pelos portugueses e africanos, que vieram para a região durante o Ciclo do Ouro.
Confira como surgiram algumas dessas histórias intrigantes, que fazem parte das peculiaridades de Minas Gerais.
Na famosa terra dos diamantes reza a lenda que os índios nativos e os homens que chegavam para desbravar o local, iniciaram grandes conflitos na disputa pelo domínio das terras. A veneração que os índios devotavam a grande árvore instigou os portugueses a atacá-la para atingir a tribo. Os nativos acreditaram que se a árvore, símbolo sagrado, fosse derrubada, o fim da tribo estaria próximo.
Tempo depois cacique e guerreiros que ali viviam entraram em conflito e muitos morreram, os poucos sobreviventes assustados se embrenharam pela mata. O céu escureceu e labaredas incendiavam a árvore. Nessa noite, uma grande tempestade atingiu o local com relâmpagos e trovões. Um velho pajé, vendo toda a situação lançou sobre a povoação uma maldição. Uma chuva torrencial caiu e as cinzas da árvore foram atiradas por toda parte, semeando o solo e depois transformaram-se em diamantes.
Conta-se que no local onde está Igreja Matriz de Santo Antônio era uma pequena capela e ao lado um cruzeiro onde um grupo de homens morreu ao levar uma boiada. Algumas pessoas diziam ouvir gemidos e lamentos, mas sem saber de onde surgiam. Até que um dia um morador resolveu perguntar o motivo de tanto lamento e avistou um homem sentado nas proximidades do cruzeiro que respondeu que gostaria que uma missa fosse celebrada em seu nome. A história diz que a suposta alma falou o nome da filha e deu o endereço para que a filha solicitasse a missa em nome do pai. O morador confirmou a história ao se dirigir até o endereço e descobriu que o rapaz morreu naquele local e há muito tempo que uma missa não era rezada para a sua alma.
Um rapaz português ao saber da possível prosperidade com o Ciclo do Ouro nas novas terras conquistada por Portugal demonstrou interesse e veio para o Brasil. Ao se despedir da mãe, ela o presenteou com uma imagem do Senhor Bom Jesus, para sua proteção. Com o tempo começou a gastar de forma desordenada, bebendo muito e perdendo a destreza para o trabalho.
Um dia teve um encontro com uma pessoa bem vestida que em alguns minutos de conversa o ludibriou. Ao fim da noite, a pessoa se revelou ser o diabo e convenceu o rapaz que poderia lhe oferecer vinte anos de uma vida plena com saúde, amores e muita riqueza em troca de sua alma. A ganância falou mais alto e o rapaz aceitou a proposta. Por mais vinte anos viveu de forma desregrada até se esquecer do tal trato. Na véspera que a proposta deveria se cumprir, o rapaz foi surpreendido para pagar a promessa. Mas, se lembrou da promessa que tinha feito a mãe sobre a construção da capela.
O diabo construiu uma capela em um pequeno terreno e quando o templo ficou pronto o português apareceu com a imagem e a depositou no altar dando a posse ao santo. Diz a lenda que após este fato o homem se arrependeu da vida que levou até ali e entrou na vida da penitência passando as suas noites dormindo na pedra fria do chão da capela tornando-se zelador da capelinha.
O cacique Ubiratã ao morrer deixou dois filhos, Ubajara e Tatagiba. A viúva não aguentou a perda do marido e ficou gravemente doente. Um dos pajés da tribo orientou os filhos que a mãe poderia ser curada se alguém fosse a uma determinada região e procurasse três coisas: ouvir a árvore que tem harmonias, ver o pássaro azul que diz coisas misteriosas e trazer um pouco d’água das fontes de ouro que tinham propriedades mágicas. Os rapazes deveriam ter muito cuidado porque no local havia monstros que encantavam as pessoas. O mais novo, Tatagiba, partiu a procura do antídoto para a mãe.
Ao longo do caminho o índio encontrou as indicações do pajé mas foi encantado e transformado em uma enorme serra cor do céu – conhecido como o morro da Piedade. O irmão mais velho, percebendo a demora do caçula decidiu ir atrás dele. Mas, para evitar que Ubajara também fosse vítima do encantamento o pajé receitou um óleo perfumado para livrá-lo de todo perigo. Ao chegar ao local, Ubajara ouviu a uma voz familiar entre as montanhas e era Tatagiba contando o que havia ocorrido com ele.
Ubajara pegou a água das fontes de ouro e foi ao encontro de sua mãe. Ao cruzar a montanha, derramou uma gota do misterioso óleo sobre o monstro que dormia e o Caraça foi transformado em rocha imóvel. Sua mãe foi curada pelo remédio trazido pelo filho mais velho e resolveu morar ao pé da montanha acompanhada de duas velhas índias, por isso, assim foi dado o nome do rio de Rio das Velhas.
Diz a lenda que uma moça era muito apaixonada pelo seu noivo de Congonhas. No dia de seu casamento, estando tudo preparado, o noivo aguardava a noiva no altar da Igreja do Bom Jesus de Matosinhos e foram vítimas de uma tragédia, o carro que transportava a noiva capotou e matou todos os ocupantes. Sem saber o que fazer, o noivo muito abalado abandonou tudo e foi viver no seminário. Dizem que a noiva não se conformou e perambula durante as noites de branco procurando o seu amado pelas salas, pátios e banheiros da Fundação que é o prédio do antigo seminário.
Uma assembleia acontecia para decidir sobre uma imagem do Senhor do Mont’Alverne, que ia ser colocada no altar-mor da igreja. Os brasileiros desejavam que a imagem fosse esculpida aqui, já os portugueses queriam que a imagem fosse esculpida em terras lusitanas. Como o empasse não foi resolvido, adiaram a decisão. Até que um dia surgiu um peregrino, desconhecido na cidade e que pedia um local para passar a noite. O encarregado o deixou dormir no porão, onde o homem rapidamente se acomodou.
Por dias a porta permaneceu fechada e ninguém via o tal homem. As pessoas começaram a estranhar e resolveram arrombar a porta. Para a surpresa dos locais, o espaço estava totalmente escuro. E ao abrir as janelas avistaram uma imagem do Senhor do Mont’Alverne esculpida, em tamanho natural, pregado à cruz. A perfeição dos traços deslumbrou a todos, que passaram a atribuir o milagre ao peregrino. A notícia correu a cidade e gente de todo lugar se interessava em ver a imagem. Dias depois ela foi transportada para a igreja de São Francisco de Assis.
Você conhece outras lendas de Minas Gerais? Conta pra gente nos comentários!
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]]>O post 7 Ruas Direitas em Minas para você caminhar apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Por isso, não é tão raro encontrar construções que ainda possuem eira e beira. A eira caracterizava a casa do proprietário e produtor, que possuía terras e bens. A beira é a aba da casa, aquela extensão do telhado que serve para proteger da chuva. Destas características surgiu a expressão, trazida de Portugal, “sem eira, nem beira” para se referir as pessoas mais pobres.
A Rua Conde de Bobadela é conhecida também como a Rua Direita em Ouro Preto, nela estão situados tradicionais restaurantes, bares, lojinhas e repúblicas universitárias. A rua possui inclinação característica, típica ladeira de cidade histórica.
Na cidade, a Rua Direita ainda conserva o nome, bem como as construções do período colonial. Está a direita da Catedral Basílica Nossa Senhora da Assunção, a principal igreja da cidade.
Na terra dos Diamantes a Rua Direita também conserva seu nome e algumas construções seculares importantes. É uma das ruas por onde passam as procissões da Semana Santa na cidade.
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No Serro, a Rua Direita possui algumas casinhas e uns comércios em funcionamento. A tradicional rua também conserva o mesmo nome até hoje.
A Rua Direita da cidade é famosa pela presença de variados restaurantes. São tantas opções que em 2015 foi até lançado um guia gastronômico dos restaurantes ali existentes.
A atual Rua Getúlio Vargas é a antiga Rua Direita do município, no local residiam as famílias ricas e nobres da época.
A Rua Pedro II é a antiga Rua Direita de Sabará, área do centro histórico, onde ainda estão presentes alguns casarões do século XIX. No local está situado um conjunto arquitetônico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Destaque para o Solar do Padre Correia, a Casa Azul, o Sobrado de Dona Sofia e a Casa da Ópera (Teatro Municipal).
Você conhece outras cidades mineiras que possuem Rua Direita? Conta pra gente nos comentários!
Você sabia que muitas cidades históricas possuem uma Rua Direita? O nome surgiu por estas ruas estarem localizadas ao lado direito da principal igreja da cidade. A Rua Direita era muito visada e importante nesses locais. Era comum a população mais rica e nobre das cidades terem propriedades nas denominadas Rua Direita.
Por isso, não é tão raro encontrar construções que ainda possuem eira e beira. A eira caracterizava a casa do proprietário e produtor, que possuía terras e bens. A beira é a aba da casa, aquela extensão do telhado que serve para proteger da chuva. Destas características surgiu a expressão, trazida de Portugal, “sem eira, nem beira” para se referir as pessoas mais pobres.
Listamos algumas cidades mineiras que ainda possuem a conhecida rua Direita, confira!
Ouro Preto
A Rua Conde de Bobadela é conhecida também como a Rua Direita em Ouro Preto, nela estão situados tradicionais restaurantes, bares, lojinhas e repúblicas universitárias. A rua possui inclinação característica, típica ladeira de cidade histórica.
Mariana
Na cidade, a Rua Direita ainda conserva o nome, bem como as construções do período colonial. Está a direita da Catedral Basílica Nossa Senhora da Assunção, a principal igreja da cidade.
Diamantina
Na terra dos Diamantes a Rua Direita também conserva seu nome e algumas construções seculares importantes. É uma das ruas por onde passam as procissões da Semana Santa na cidade.
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Serro
No Serro, a Rua Direita possui algumas casinhas e uns comércios em funcionamento. A tradicional rua também conserva o mesmo nome até hoje.
Tiradentes
A Rua Direita da cidade é famosa pela presença de variados restaurantes. São tantas opções que em 2015 foi até lançado um guia gastronômico dos restaurantes ali existentes.
São João del-Rei
A atual Rua Getúlio Vargas é a antiga Rua Direita do município, no local residiam as famílias ricas e nobres da época.
Sabará
A Rua Pedro II é a antiga Rua Direita de Sabará, área do centro histórico, onde ainda estão presentes alguns casarões do século XIX. No local está situado um conjunto arquitetônico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Destaque para o Solar do Padre Correia, a Casa Azul, o Sobrado de Dona Sofia e a Casa da Ópera (Teatro Municipal).
Você conhece outras cidades mineiras que possuem Rua Direita? Conta pra gente nos comentários!
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]]>O post Que tal assistir um concerto dos órgãos históricos de Minas Gerais? apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>O órgão é um instrumento irreverente que, hoje em dia, poucas pessoas dominam. A musicista Elisa Freixo, referência no país, é organista titular da Sé de Mariana. Ela também é professora de órgão em São Paulo. E também participa de eventos como a série Concertos dos Órgãos Históricos de Minas Gerais, na Matriz de Santo Antônio, em Tiradentes.
Confira onde estão localizados alguns dos órgãos existentes em nosso estado!
O órgão da Matriz de Santo Antônio é um exemplar do século XVIII. Foi encomendado em 1785 ao organeiro português Simão Fernandes Coutinho, na cidade do Porto. Na época a cidade vivia a influência musical do período barroco. O órgão acompanhava a liturgia e as celebrações familiares. O instrumento foi restaurado e voltou a ser um dos centros da vida comunitária, religiosa, cultural e musical de Tiradentes. Toda sexta-feira à noite acontecem os concertos, um verdadeiro convite para os turistas.
Foi a primeira igreja neogótica do Brasil e o primeiro colégio de Minas Gerais. O santuário foi construído em meados de 1876 e guarda o primeiro órgão de tubos fabricado no Brasil. O órgão do Caraça foi construído pelo padre Luís Gonzaga Boavida, em 1863. Foi utilizado parte de um antigo órgão português que já se encontrava no local. O órgão do Caraça tem 628 tubos e já passou por algumas intervenções para restauro e afinação. Todo segundo sábado e domingo do mês, é realizado um concerto com o órgão, às vezes com convidados em outros instrumentos.
Uma das maiores e mais ricas da cidade, a Igreja do Carmo concentra cerca de 80 quilos de ouro em seu interior. O templo foi erguido entre 1760 e 1784 e abriga o órgão de 549 tubos, que é um dos atrativos turísticos. O órgão histórico foi construído entre 1782 e 1787 pelo padre Manoel de Almeida e Silva. Os concertos acontecem de duas a três vezes ao mês, sempre às 20 horas.
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Depois de anos de silêncio, o órgão de tubos de São João del-Rei voltou a funcionar. Após um minucioso trabalho de restauro, o antigo órgão de tubos do acervo do Museu Regional da cidade, unidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), volta a fazer parte da cena musical de São João del-Rei e do circuito histórico de Minas Gerais. O órgão foi fabricado no final do século XVIII, na cidade. É o único de origem civil em funcionamento, que foi confeccionado no Brasil, com técnicas e matérias-primas locais.
Na Catedral Basílica da Sé é possível encontrar um tesouro musical. O órgão de tubos alemão, Arp Schnitger datado de 1701 foi fabricado em Hamburgo, Alemanha é o único deste modelo localizado fora da Europa. O órgão chegou ao Brasil como um presente da Coroa Portuguesa ao primeiro bispo de Mariana em 1753. Os concertos aconteciam toda sexta-feira às 11h30 e domingo às 12h15 mas, estão temporariamente suspensos pois a Catedral está passando por reformas.
Outro órgão existente em Minas, mas sem atividade devido às condições que se encontra está no distrito de Córregos, pertencente a cidade de Conceição do Mato Dentro. Há poucas informações sobre o instrumento. Não se sabe ao certo quem foi o responsável pela sua confecção e nem por que o restauro não foi finalizado. De acordo com alguns registros e por deduções pela estrutura do que ainda resta, o órgão originalmente possuía 329 tubos.
Também fora da atividade devido as suas precárias condições, o órgão do Santuário de Nossa Senhora da Piedade é datado possivelmente do século XIX. Acredita-se que ele tenha sido construído no país e se restaurado será o terceiro órgão mais antigo da Arquidiocese de Mariana.
Você já assistiu a um destes concertos? Conta pra gente nos comentários!
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]]>Entre os séculos XVIII e XX a construção de vários teatros marcaram Minas. Muitos deles existem até hoje e alguns ainda estão em funcionamento, além de serem considerados importantes pontos turísticos das cidades. São prédios com arquitetura exuberante, que conservam as características originais e seculares.
Listamos alguns teatros que são destaques pela importância histórica no estado. Confira!
A Casa da Ópera, em Ouro Preto, é o teatro mais antigo do Brasil ainda em funcionamento e considerado, por muitos, o mais antigo da América Latina. Foi construído em 1769 por João de Souza Lisboa e inaugurado em 6 de junho de 1770. Foi o primeiro teatro onde mulheres se apresentaram em um palco no país. O lugar possui capacidade para 300 pessoas, distribuídas nos três pisos.

Teatro de Ouro Preto – Foto: Marden Couto/TM
Aberto ao público em 1840, o Teatro Santa Izabel, em Diamantina, é uma homenagem à padroeira da Santa Casa de Caridade. Os problemas econômicos fizeram com que o espaço fosse fechado e desse lugar para uma cadeia pública em 1912. Tempos depois a cadeia também foi desativada e o prédio ficou abandonado, sendo restaurado apenas no ano de 2007 e reabrindo as suas portas para visitação em 2010.

Cineteatro Santa Izabel, em Diamantina – Foto: Marden Couto/Turismo de Minas
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O Teatro Municipal de Sabará, conhecido antigamente como Casa de Ópera, é o segundo teatro mais antigo do Brasil em funcionamento. Sua construção é datada da primeira metade do século XIX. O conjunto proporciona uma ideia de leveza e fragilidade. No fim da década de 1960 foi providenciado o restauro, designado ao arquiteto Luciano Amédée Péret, sendo reaberto em fevereiro de 1970 como casa de espetáculo e preservando suas características originais. A capacidade total do teatro é de 400 pessoas.

Teatro Municipal de Sabará – Foto: Marden Couto
O Teatro Municipal de São João del-Rei foi construído em 1893 e recebe diversos espetáculos e apresentações. No momento está fechado para reformas e com reabertura prevista para a partir de novembro de 2018.

Teatro Municipal de São João del-Rei – Foto: Marden Couto/TM
O teatro inseriu a cidade na rota de companhias líricas italianas, orquestras e companhias dramáticas nacionais. O Cine Theatro Central, em Juiz de Fora, foi inaugurado em março de 1929, sua fachada é simples com linhas sóbrias e retas, e o interior impressiona com a ornamentação artística, assinada pelo pintor italiano Ângelo Bigi. A capacidade máxima do teatro são 1.232 lugares. O espaço recebe inúmeros espetáculos de teatro, dança e música ao longo do ano.

Cine Theatro Central, em Juiz de Fora – Foto: Marden Couto
Reinaugurado em 2016, o Teatro Palace Casino, em Poços de Caldas, estava em reforma desde 2013. Foram várias intervenções durante este tempo e o prédio foi reconstruído com técnicas modernas, mas sempre respeitando as características originais e preservando os imponentes traços. O espaço inaugurado em 1929 foi projetado pelo arquiteto carioca Eduardo Pederneiras e integra o Complexo Termal, juntamente com o Palace Hotel e as Thermas Antônio Carlos. O Palace Casino foi, durante muito tempo, um luxuoso cassino, com cine-teatro e salões de baile mas com a proibição do jogo em 1946, o local tornou-se um centro de convenções.

Teatro do Palace Cassino – Poços de Caldas – Foto: Marden Couto – Turismo de Minas
O Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte, é um dos primeiros prédios impactados pela influência francesa do estilo Art Déco. Foi inaugurado em 14 de julho de 1932 e é um marco na arquitetura da capital mineira. Ao longo dos anos, o espaço tornou-se ponto de encontro da sociedade belo-horizontina e recebia os tradicionais bailes de carnaval. A sua capacidade é de 1.827 lugares.

Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte – Foto: Marden Couto
A inauguração do Cine-Teatro Municipal, em Nova Lima, ocorreu no dia 7 de setembro de 1943, período de construção das grandes salas de cinema no Brasil. Este chegou a ser a segunda maior casa de espetáculos de Minas Gerais. Em 1989, seu nome foi alterado para homenagear o ex-prefeito Manoel Franzen de Lima. Em 1995, foi fechado por problemas técnicos e reaberto em 1997. Depois o teatro passou por um amplo processo de restauração e foi reaberto em 2004. A lotação máxima do teatro é de 790 lugares.
Você conhece outros imponentes teatros no estado? Já visitou algum deles? Conta pra gente nos comentários!
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]]>O post 7 cidades mineiras que estão na rota da peregrinação apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Separamos sete cidades que retratam a vida dessas pessoas e possuem templos frequentemente procurados por devotos e turistas, que vão até os municípios para conhecer um pouco mais da história, pedir, agradecer, e também pagar promessas. Confira!
Em Curvelo, a Basílica de São Geraldo, é a única do gênero no mundo dedicada ao santo. Situada na região central do estado, a 170 quilômetros de Belo Horizonte, a cidade reúne milhares de fiéis na época da festa de São Geraldo, que começa a ser comemorada 8 dias antes. Durante a Oitava são realizadas celebrações, procissões e carreatas em honra ao santo. São Geraldo é conhecido como Padroeiro das Mães e das Crianças, por causa dos milagres que Deus fez por meio das preces de Geraldo em favor das mães, assim as mães da Itália se afeiçoaram a ele e fizeram dele o seu padroeiro.
O Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Beata Nhá Chica, em Baependi, é famoso pela história de Francisca de Paula de Jesus, popularmente conhecida como Nhá Chica, que foi beatificada no dia 4 de maio de 2013. Nascida em um distrito de São João Del-Rei mudou-se muito pequena para Baependi e dedicou a sua vida à religião. Faleceu em 14 de junho de 1895, data que marca a celebração de sua memória para os fiés. Sua fama de santidade se alastrou pela região e ainda em vida Nhá Chica passou a ser aclamada pelo povo como ‘a Santa de Baependi’, por sua fé e clarividência. O milagre atribuído à santa e considerado pelo Vaticano foi a cura com o poder da oração de uma doença congênita no coração de uma professora.

Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Beata Nhá Chica, em Baependi | Foto: Marden Couto / Turismo de Minas
Em Três Pontas é a fé no Padre Victor que atrai milhares de fiéis. Um jovem negro que teve a escravidão marcando a sua história e o desejo de ser sacerdote, o que na época era impensável. Mas ele venceu os preconceitos e se tornou o primeiro padre ex-escravo no Brasil. Sua memória é celebrada no dia 23 de setembro, data do seu falecimento. Conta-se que a vida do padre foi permeada por bondade e atenção aos mais necessitados. Em Três Pontas o religioso reunia as crianças para passar alguns ensinamentos como música, francês e religião.
O Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas foi declarado pela Unesco, em 1985, Patrimônio Mundial da Humanidade. A igreja tem seu interior decorado em estilo rococó e a parte externa é adornada com estátuas dos Doze Profetas, esculpidas por Aleijadinho, além de seis capelas que representam as Estações da Cruz. O Jubileu do Senhor Bom Jesus recebe mais de 100 mil pessoas todos os anos e acontece entre os dias 7 e 14 de setembro. Perto do santuário fica a Romaria, que servia de hospedagem para os fiéis, e hoje é um espaço cultural.
O Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, é um cenário de riquíssima beleza natural. Fica no alto da montanha, a 1.746 metros de altitude. O Santuário que abriga a Padroeira de Minas Gerais é propício para quem busca a tranquilidade e a beleza da natureza. Todos os anos milhares de fiéis fazem peregrinações para realizar suas orações. Em 2017 o templo completa 250 anos e vai realizar uma programação especial para unir devotos em grandes celebrações para comemorar a data.
Santuário Schoenstatt Tabor da Liberdade é uma réplica do Santuário original, localizado em Schoenstatt, na Alemanha. É um dos 22 existentes no Brasil. O local reúne devotos da Obra Internacional da Mãe Rainha de Schoenstatt. Está situado em Confins, a 30 quilômetros de Belo Horizonte. A festa da Mãe Rainha é celebrada no dia 18 de outubro e reúne milhares de devotos. No dia da festa o Santuário oferece infraestrutura com barraquinhas de comidas típicas, estacionamento, posto médico e segurança. Já no dia 18 de maio é celebrado o aniversário do Santuário.
A cidade tem forte relação com o médium Chico Xavier, uma das referências do espiritismo. Em setembro de 2016 foi inaugurado um Memorial em sua homenagem. O espaço é destinado a diversas atividades sociais e culturais com a comunidade, além de promover palestras, seminários e oficinas. A estrutura ainda conta com mais de 180 obras escritas pelo médium. Além disso, há fitas e livros sobre a história de Chico Xavier. O médium é figura de projeção internacional e os livros que psicografou tiveram milhões de exemplares vendidos. O forte laço entre o médium e Uberaba faz com que muitos admiradores de Chico Xavier visitem a cidade para conhecer um pouco mais sobre a história dele.
Conhece outras cidades que tem o turismo marcado pela fé? Escreva pra gente nos comentários!
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]]>O post Conheça 15 igrejas incríveis em Minas apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>As ladeiras das cidades históricas reúnem romeiros e devotos, frequentadores assíduos das belas igrejas, que mantém viva as tradições das comunidades locais.
Separamos 15 igrejas mineiras incríveis, que são consideradas cartões-postais das cidades, e sempre encantam os turistas. Confira!
O Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, foi construído entre 1757 e 1790, e é Patrimônio Mundial da Humanidade. No adro da basílica, os 12 profetas em pedra-sabão foram esculpidos por Aleijadinho e seus auxiliares. Na parte interna, a igreja abriga relicários também talhados por ele, rica decoração rococó e pintura do teto assinada por Mestre Ataíde. Tem ainda seis capelas (passos), que representam as Estações da Cruz.
O Santuário do Caraça, em Catas Altas, foi a primeira igreja neogótica do Brasil e o primeiro colégio de Minas Gerais. O Santuário foi construído em meados de 1876, sem mão-de-obra escrava e todo com materiais regionais: pedra sabão, mármore e quartzito, unidos com um produto a base de cal, pó de pedra e óleo. Guarda o primeiro órgão de tubos fabricado no Brasil e uma linda Santa Ceia, pintada por Mestre Ataíde.
A construção, iniciada em 1764, é um exemplo da ousadia artística de Aleijadinho, que fez alterações no projeto arquitetônico original, esculpiu a imagem de São João Batista em pedra-sabão, presente no nicho da fachada principal do Santuário, e ainda a tarja do arco cruzeiro no interior da igreja. Há altares folheados a ouro e a pintura do teto é atribuída a Mestre Ataíde.
O Santuário de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, está localizado no alto da serra, a 1.746 metros de altitude, em Caeté, local propício para admirar as belezas do estado.
O conjunto arquitetônico que apresenta um misto de neo-romano e nórdico, é um monumento que se destaca na praça principal da cidade. A construção é datada de 1912 e está em processo de restauração. É a única igreja no mundo exclusivamente dedicada ao santo italiano. No final de agosto e início de setembro, recebe uma multidão de romeiros para celebrar a Oitava de São Geraldo, com bênção papal e luminosa procissão.
Conhecida também como Catedral Nossa Senhora da Assunção, possui uma fachada simples bem ao estilo das primeiras igrejas mineiras. Inaugurada em 1760, possui altares talhados por Aleijadinho e pinturas de Mestre Ataíde. Um dos seus maiores tesouros é um órgão construído na primeira década do século XVIII, na Alemanha.
Construída em 1766, em estilo barroco e com elementos característicos do rococó, a Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto, é roteiro certo dos turistas. O medalhão da fachada é uma das obras-primas de Aleijadinho e o forro da nave é uma das maiores pinturas do Mestre Ataíde. Em 2009 foi eleita uma das 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo.
Um dos principais monumentos religiosos de São João del-Rei, é a Igreja São Francisco de Assis, datada de 1774. A autoria do projeto é atribuído a Aleijadinho, mas teria sido executado e modificado por outro grande artista da época, Francisco de Lima Cerqueira. O interior é rico em detalhes barrocos e rococós, como as colunas curvilíneas dos oratórios e púlpitos laterais. Tem ainda um lustre de cristais Baccarat no altar-mor. A missa de domingo é acompanhada de música barroca.
A Capela Curial São Francisco de Assis, conhecida como Igrejinha da Pampulha, está situada no Complexo da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. É um dos principais pontos turísticos da capital e conta com as curvas desenhadas por Oscar Niemayer. Em seu interior é possível contemplar 14 painéis de autoria de Cândido Portinari retratando a Via Sacra. Os painéis figurativos externos também são de Cândido Portinari e os painéis abstratos de Paulo Werneck. Os jardins são assinados por Burle Marx. O Conjunto Moderno da Pampulha tornou-se Patrimônio Mundial da Humanidade, em 2016.
O início da construção é datado de 1729, uma das pérolas do barroco mineiro, a Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Catas Altas, possui obras dos mestres Aleijadinho e Ataíde. A arquitetura remete à segunda fase do barroco mineiro: paredes de taipa de pilão, alicerces e alvenaria de pedra com a presença de elementos ornamentais em cantaria. Já o seu interior apresenta características das três fases do barroco: nacional português, joanino e rococó.
A Matriz de Santo Antônio, em Santa Bárbara, é uma das igrejas mais antigas do estado, sua construção foi iniciada em 1713 e concluída, parcialmente, no final do século XVIII. Sua fachada é construída com barro e madeira, com duas torres quadradas e composta por um telhado piramidal. O interior do templo combina o trabalho em madeira e pinturas. O altar principal foi edificado em arco, adornado com frisos dourados. No alto, Santo Antônio aparece em destaque entre anjos. O forro da capela-mor impressiona com a pintura atribuída a Mestre Ataíde, que ilustrou a Ascensão de Cristo através das colunas, que devido à perspectiva parece não ter fim.
Encarapitada no alto de uma ladeira, a Matriz de Santo Antônio, é abraçada pela Serra de São José, em Tiradentes. A fotogênica fachada amarela e branca esconde um opulento interior, com mais de 480 quilos de ouro, principalmente na capela-mor e nos seis altares. O órgão com fileiras de tubo, foi construído em Portugal, entre 1785 e 1788.
A Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Diamantina, é uma das maiores e mais ricas da cidade, concentra cerca de 80 quilos de ouro em seu interior. O templo foi erguido entre 1760 e 1784. Uma característica peculiar é a construção da torre nos fundos da igreja. O órgão de 549 tubos também é um atrativo para os turistas.
Do alto de uma escadaria de 58 degraus está situada a capela, que é um dos famosos cartões-postais da cidade. De lá é possível avistar o Pico do Itambé e o centro histórico da cidade. A edificação tem características do século XVIII e XIX, devido as sucessivas reformas.
Datada de 1717, a Capela Nossa Senhora do Ó, em Sabará, possui uma fachada tipicamente barroca com traços simples. Seu interior feito em madeira, cedro e ouro, com pinturas emolduradas com temas da vida de Cristo e Nossa Senhora. A beleza é tanta que surpreende os fiéis e visitantes. O nome da capela deve-se as ladainhas que eram cantadas repetidamente e tinham suas antífonas precedidas por Ó, por isso, Nossa Senhora do Ó.
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Capela, Igreja, Catedral, Santuário ou Basílica? Saiba quais são as diferenças entre essas categorias.
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]]>Os bens culturais de natureza imaterial são àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em atividades, ofícios e seus modos de fazer; celebrações; expressões teatrais, plásticas, musicais ou lúdicas; e também lugares tradicionais, que fazem parte da história do estado como mercados, feiras e santuários, que abrigam práticas culturais coletivas.
O modo artesanal de fazer queijo em Minas Gerais é considerado um patrimônio cultural imaterial brasileiro e tombado pelo Conselho Consultivo do Iphan desde 15 de maio de 2008. O instituto inventariou as regiões do Serro, da Serra da Canastra e da Serra do Salitre, locais onde predominam fazendas produtoras de queijo com peculiaridades.
O badalar dos sinos no estado é uma forma de expressão utilizada pelas igrejas católicas para anunciar celebrações e ritos religiosos, como festas de santos e padroeiros, Semana Santa, Natal, casamentos, batizados, além da marcação das horas e outras comunicações de interesse geral.
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Além do toque dos sinos, o ofício do sineiro também foi tombado pelo instituto desde 2009. Sua importância é fundamental para a produção e reprodução dos toques cada um com a sua característica e que são reconhecidos pela população. O tombamento do ofício de sineiro também contribuiu para a permanência da prática de tocar sino nas cidades mineiras como uma forma de comunicação e identidade. Como não há um centro de formação para sineiros, são os próprios que detém o conhecimento e são responsáveis por perpetuar o ofício.
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4. Folias de Reis, em 2017
Este ano a Folia de Reis foi declarada patrimônio imaterial do estado. A manifestação cultural e festiva é celebrada, anualmente, por católicos, no dia 6 de janeiro. A data marca, segundo a tradição cristã, a visita dos três reis magos ao menino Jesus. Para os devotos a chegada dos Reis Magos simboliza o fim dos festejos natalinos, por isso que nesta data as pessoas retiram os enfeites e desmontam as árvores de natal e os presépios.
5. Modo Artesanal de Fazer o Queijo da Região do Serro, em 2004
Antes de ser considerado patrimônio imaterial nacional, o modo de fazer o queijo artesanalmente da região do Serro já era tombado como patrimônio imaterial do estado. Os institutos conservam e protegem a produção desse tipo de queijo tradicionalmente feito de leite cru e reconhecido em todo o estado.
6. Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos de Chapada do Norte, em 2013
A tradicional festa de mais de dois séculos, tem duração de quinze dias e passa por diversas etapas. Como por exemplo Meio Dia (primeiro dia da novena), Novenas (preparação espiritual para a festa), Leilões (durante cinco noites após a celebração da novena. Além disso ainda tem, Lavagem da Igreja (mulheres se reúnem para lavar a igreja), Quinta do Angu (distribuição de refeição), Buscada da Santa (encenação da aparição da Virgem do Rosário), Mastro a cavalo (após a última celebração da novena, considerado o apogeu da festa). Por fim, Reinado (caminhadas e cortejos que conduzem os reis festeiros), Missa da festa, distribuição do doce, coroação, buscada do cofre, divertimentos noturnos, Feira dos Mascates, Tamborzeiros e Congada.
7. Comunidade dos Arturos, em 2014
A Comunidade dos Arturos foi a primeira reconhecida como patrimônio cultural do Brasil. Os membros vivem em Contagem, são uma comunidade tradicional, familiar, de ascendência negra, formada pelos descendentes e agregados de Arthur Camilo Silvério e Carmelinda Maria da Silva. A comunidade reúne muitas características que compõe as suas diversas expressões culturais. Os sons e os ritmos dos tambores e outras formas de expressões estão presentes no Batuque, na Folia de Reis, no Candombe, no Reinaldo de Nossa Senhora do Rosário, na Festa da Abolição e na Festa do João do Mato.
Você sabia de todas essas riquezas presentes no estado? Deixe nos comentários quais destes você conhece!
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]]>O tombamento é utilizado como forma de reconhecimento e proteção do patrimônio cultural e regulamentado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A cidade situada na Zona da Mata de Minas Gerais está bem próxima à divisa com o estado do Rio de Janeiro. Possui um rico acervo de arquitetura moderna datado entre a década de 40 e 60. No município é possível encontrar obras de importantes arquitetos da época como Oscar Niemeyer, irmãos MMM Roberto, Aldary Toledo, Francisco Bolonha, Carlos Leão e Edgar Guimarães do Valle, entre outros. Em 1994 16 edificações já tinham sido tombadas pelo Iphan e em 2003, todo o conjunto histórico, arquitetônico e paisagístico da cidade foi tombado.
Além de possuir um dos mais importantes acervos arquitetônicos e artísticos do estado, Congonhas também carrega o título de Patrimônio Mundial da Humanidade conferido pela Unesco. O destaque da cidade é o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, que reúne o maior complexo de arte colonial do Brasil, e foi tombado pelo Iphan, em 1939. Já o conjunto arquitetônico e urbanístico da cidade foi tombado, em 1941.
O centro histórico de Diamantina, concentra um valioso acervo de construções do período colonial, o conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico da cidade foi tombado, em 1938, pelo Iphan e, em 1999, a Unesco concedeu a Diamantina o título de Patrimônio Mundial da Humanidade. Além dos monumentos significativos para a história da arte e da arquitetura dos séculos XVII, XVIII e XIX, a cidade guarda três obras do arquiteto Oscar Niemeyer. O valioso acervo de construções do período colonial possui características particulares e representativas de um núcleo colonial português.
ASSISTA AO VÍDEO QUE GRAVAMOS EM DIAMANTINA
Mariana é a única das cidades coloniais mineiras que possui traços planejados. O seu centro histórico, tombado pelo Iphan, em 1945, apresenta um acervo arquitetônico marcado pela mineração de ouro. Projetada pelo arquiteto português José Fernandes Pinto Alpoim, Mariana apresenta traçado com ruas retas e praças retangulares, seguindo os preceitos modernos, o que ainda pode ser notado, apesar do crescimento. Destaque para os monumentos tombados Seminário Menor e Capela de Nossa Senhora da Boa Morte, Igreja da Nossa Senhora Rainha dos Anjos, Igreja de Nossa Senhora da Glória, Capela de Nossa Senhora de Santana, Casa do Conde de Assumar, Casarão dos Morais e Centro Cultural no Seminário Menor, Praça São Pedro, Praça Minas Gerais, Praça Santo Antônio, Praça Tancredo Neves, Praça Barão de Camargo, Praça Dom Silvério, antigas pontes e capelas dos passos.
Ouro Preto foi uma das primeiras cidades tombadas pelo Iphan, em 1938, e a primeira cidade brasileira a receber o título de Patrimônio Mundial da Humanidade, pela Unesco, em 1981. A cidade possui um complexo urbano pouco alterado, com fortes expressões artísticas com relevância internacional. Os espaços e monumentos tombados são as Casas da Baronesa, do Gonzaga, do Folclore, e dos Inconfidentes; Casarão Rocha Lagoa; Solar Baeta Neves; Teatro Municipal (Casa da Ópera); Capela das Dores; igrejas de Nossa Senhora do Pilar, da Conceição, do Carmo, e do Antônio Dias; pontes do Antônio Dias, do Rosário, e Seca; Horto Botânico; Vale dos Contos; Palácio Velho; Terminal de Integração; o cenário de suas ladeiras de pedras e o casario branco com suas telhas de barro e esquadrias coloridas, entre outros.
Tombado pelo Iphan em 2012, o centro histórico de Paracatu, situada no noroeste de Minas Gerais, está praticamente intacto. São 230 imóveis que compõe este conjunto protegido. A área onde surgiu a povoação era ponto de convergência dos diversos caminhos entre o litoral e os sertões. Destaque para a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e a Igreja Matriz de Santo Antônio.
Tombado em 1938, o conjunto arquitetônico e urbanístico de São João del-Rei só teve definida a delimitação da área urbana a ser preservada em 1947. O núcleo histórico constituía, na época, a área mais íntegra, onde estão igrejas, capelas, pontes e os Passos da Paixão. São 700 imóveis que compõem o conjunto de bens imóveis tombados.
Devido à conservação do patrimônio histórico do Serro, o Iphan passou a proteger todo o acervo urbano-paisagístico do município e realizou o tombamento em 1938. Os monumentos são significativos para a história da arte e da arquitetura brasileira como as igrejas de Nossa Senhora das Mercês, do Amparo, do Carmo, do Rosário, de São Francisco de Assis e do Senhor do Bonfim, entre muitos outros bens culturais tombados.
Tombado em 1938, o conjunto arquitetônico e urbanístico de Tiradentes representa um dos mais importantes episódios de interiorização e consolidação da colonização do território brasileiro. A cidade apresenta um dos acervos arquitetônicos mais importantes de Minas Gerais, constituído por construções setecentistas religiosas, civis e oficiais. Destaques para algumas características como as casas térreas com número ímpar de janelas, vedações em guilhotinas e treliçados.
Você já visitou alguma destas cidades? Conta pra gente como foi a sua experiência!
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