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O post Chico Xavier: veja quais atrativos visitar nas cidades onde ele viveu apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido por Chico Xavier ao longo da sua trajetória, foi criada pelo Governo de Minas uma honraria denominada Comenda da Paz Chico Xavier, que, anualmente, desde 1999, é entregue a pessoas físicas e jurídicas que trabalham pela promoção da paz e do bem-estar social. Em 1981 o médium foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz.
Veja quais atrativos visitar nas cidades onde Chico Xavier nasceu e morreu!
Os filmes sobre a vida e obra do médium aguçaram a curiosidade das pessoas para conhecerem um pouco mais a sua cidade natal. A grande procura, fez com que Pedro Leopoldo, local em que Chico Xavier nasceu e viveu por 49 anos, ingressasse na rota do turismo religioso. Um roteiro turístico foi criado para os interessados em conhecer mais sobre a vida do médium.
O passeio inicia por uma praça, em seguida visita a escola onde ele estudou e um pequeno memorial no centro, localizado na última casa em que Chico Xavier morou. Alguns detalhes da casa foram preservados como no tempo em que ele vivia lá, como as roseiras e o quarto onde ele dormia. O turista também pode conhecer os mais de 400 livros psicografados por Chico e as 200 biografias escritas sobre o médium. Além de visitar o Centro Espírita Luiz Gonzaga, fundado pelo médium.
A cidade de Uberaba também possui forte relação com o médium. Em setembro de 2016 foi inaugurado um Memorial em sua homenagem. O espaço é destinado a diversas atividades sociais e culturais com a comunidade, além de promover palestras, seminários e oficinas. O memorial possui um holograma reproduzindo momentos de psicografia juntamente com áudios de Chico Xavier. A estrutura ainda conta com mais de 180 obras escritas pelo médium, além de fitas e livros sobre a história de Chico Xavier.
Em 1959 Chico Xavier mudou para Uberaba e fundou o centro espírita Comunhão Espírita Cristã, onde recebia pessoas em busca de contato com parentes falecidos. Mais tarde Chico criou também outro centro espírita, a Casa da Prece. O forte laço entre o médium e Uberaba faz com que muitos admiradores de Chico Xavier visitem a cidade para conhecer um pouco mais sobre a história dele.
Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier, nasceu no dia 2 de abril de 1910, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Seu pai, João Cândido Xavier, foi operário da Fábrica de Tecidos e vendedor de bilhetes de loteria. Sua mãe, Maria de São João de Deus, lavadeira e também operária da Fábrica de Tecidos, deixou órfãos dez filhos (uma morreu muito cedo), estando Chico, à época de sua desencarnação, com 5 anos de idade.
Cursou apenas o ensino fundamental. Começou a trabalhar muito cedo, inicialmente na Fábrica de Tecidos. Em seguida, trabalhou em um bar, depois em um armazém, e após por 25 anos de serviço ininterrupto na Fazenda Modelo. Aposentou-se em 1961, por invalidez, na cidade de Uberaba.
Catalogados pela Casa de Chico Xavier de Pedro Leopoldo estão mais de 500 livros psicografados pelo maior médium de todos os tempos, em diferentes gêneros literários e traduzidos em vários idiomas. Foram vendidos mais de 50 milhões de exemplares até o momento, sendo que todos os direitos autorais sobre as obras foram cedidos a instituições beneficentes.
Chico dedicou sua vida aos necessitados e sofredores, consagrando-se como um dos mais importantes religiosos do Brasil e do mundo. É um dos brasileiros que mais homenagens recebeu, pois são inúmeros os títulos de cidadania honorária, diplomas e comendas em seu nome. Em 1981, foi agraciado com a mais alta comenda do Estado de Minas Gerais, a “Medalha da Inconfidência”. No mesmo ano, seu nome foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz, com expressiva votação. Em 1995, a Câmara Municipal de Pedro Leopoldo instituiu a “Comenda Chico Xavier. Em 1999, o governo do Estado de Minas Gerais criou a “Comenda da Paz Chico Xavier”. Em 2000, através da Telemar e da Rede Globo Minas, foi eleito o “Mineiro do Século”. E em 2012, através do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), recebeu o título de “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos”, também por votação popular.
Chico Xavier faleceu no dia 30 de junho de 2002, em Uberaba. O seu exemplo comoveu e até hoje serve de inspiração para todos aqueles que desejam construir uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais feliz. Chico Xavier dizia sempre: “A melhoria do mundo começa em cada um de nós”. (Fundação Cultural Chico Xavier – Jhon Harley)
– Câmara Municipal de Pedro Leopoldo: “Cidadão Benemérito Pedroleopoldense”
(12/10/1967)
– Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo: Praça Chico Xavier (15/11/1980)
– Câmara Municipal de Pedro Leopoldo: “Comenda Chico Xavier” (agosto/1995).
Diferenciar da “Comenda da Paz Chico Xavier” do Governo do Estado de Minas
Gerais.
– Câmara Municipal de Pedro Leopoldo: “Semana Cultural Chico Xavier” (2017)
Personagens Importantes na Vida de Chico Xavier: Maria de São João de Deus (mãe), Padre Sebastião Scarzello (confessor), Rosária Laranjeira (professora), Cidália Batista Xavier (segunda mãe), José Cândido Xavier (irmão) e Maria Luiza Xavier (irmã).
Instituições espíritas fundadas por Chico Xavier em Pedro Leopoldo:
Centro Espírita
Luiz Gonzaga em 21/06/1927 e o Centro Espírita Meimei em 31/07/1952.
A primeira instituição espírita de Pedro Leopoldo foi o Centro Espírita Amor e Luz fundado no dia 05/02/1903 com sede na Rua Dr. Herbster (residência particular), tendo como primeiro presidente Raul Hanriot.
– Notáveis Reportagens com Chico Xavier (Hércio Arantes – IDE)
– As Vidas de Chico Xavier (Jornalista Marcel Souto Maior)
– Mandato de Amor (Geraldo Lemos – UEM)
– No Mundo de Chico Xavier (Elias Barbosa – IDE)
– Meus Pedaços do Espelho (Marlene Nobre – FE)
– O Voo da Garça e Nas Trilhas da Garça (Jhon Harley – Vinha de Luz)
Fonte: Prefeitura de Pedro Leopoldo
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]]>O post Santos Dumont: o pai da aviação é mineiro apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Desde pequeno, demonstrava fascínio pelas máquinas da fazenda do pai no interior de São Paulo. Aos 18 anos foi para Paris, na França, para completar os estudos e lá começou a se dedicar cada vez mais pela arte que tanto admirava, a de voar.
O primeiro voo com um balão de propulsão própria foi realizado em 1898 e a cada vez Santos Dumont testava outros dirigíveis em busca de aperfeiçoamento. Até que em 1901 conseguiu contornar a Torre Eiffel com o número 6. Foi premiado e condecorado pelo feito. Ficou conhecimento mundialmente recebendo homenagens na Europa, nas Américas e em especial no Brasil.
Em outubro de 1906 Santos Dumont realizou o voo com o 14-Bis, sem utilizar auxílio de dispositivos para lançamento. Durante 7 segundos, percorreu cerca de 60 metros, no campo de Bagatelle na capital francesa, com um aparelho mais pesado que o ar. Dois anos depois o inventor apresentou outro modelo, o Demoiselle (foto), um projeto completo desde o motor.
Em 1910, Santos Dumont resolveu encerrar sua carreira de inventor. Passou a supervisionar as indústrias que surgiram na Europa. Doente, ele retornou ao Brasil. Em 1914, com o surgimento da Primeira Guerra Mundial e ao ver seu invento utilizado para combates aéreos se decepcionou. Sua tristeza aumentou ainda mais ao ver o aeroplano usado durante a revolução de 1932 em São Paulo. Com esclerose múltipla e depressão, se suicidou em um hotel no Guarujá.
Seu corpo está enterrado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. E na época, o médico Walther Haberfield removeu secretamente seu coração e o preservou em formol, durante longos anos. Depois da recusa da família, ele doou o coração para o governo e hoje ele está exposto no museu da Força Aérea, no Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro.
Na cidade que leva o nome dele em Minas Gerais, há uma estátua em bronze em sua homenagem. No Museu Casa de Cabangu, casa onde o inventor nasceu, encontra-se um acervo composto por objetos particulares de Santos Dumont. Nas proximidades do museu, existe a Fazenda do Cabangu, onde tem um arquivo com documentos, objetos e fotos da aviação no Brasil.
Além da cidade onde nasceu, Santos Dumont deixou marcas em outros municípios pelo país. Em Petrópolis (RJ) há um Museu Casa do inventor, com várias criações propostas por ele, como por exemplo, o chuveiro e a escada, que só sobe começando com o pé direito. O museu conta com acervo de objetos, livros, cartas e mobiliário que pertenceram ao inventor. No Centro Cultural 14 Bis, anexo à Casa, os visitantes podem assistir a um curta metragem sobre Santos Dumont. Conhecida como Encantada o local foi a residência de verão de Santos Dumont.
Você conhece outros personagens icônicos de Minas Gerais? Conta pra gente nos comentários!
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]]>O post Clube da Esquina: a música mineira que marcou gerações apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>O Clube da Esquina nasceu em meados da década de 60. Em uma reunião de músicos, cada um com uma história de vida diferente, mas uma paixão em comum: a música. O primeiro álbum do grupo intitulado Clube da Esquina foi gravado em 1972, na EMI, por Milton Nascimento e Lô Borges e revelou para o país o grande sucesso por trás daqueles meninos.
A esquina da rua Paraisópolis com a rua Divinópolis, no bairro boêmio de Santa Tereza, na capital mineira, ficou famosa. Era o local escolhido pelos músicos para encontrar e compor as canções. Hoje em dia é visitada por turistas, rendendo boas fotos. Alguns metros à frente, está o bar que presta homenagem ao grupo.

Clube da Esquina: Rua Paraisópolis com Rua Divinópolis, no bairro Santa Tereza | Foto: Marden Couto / Turismo de Minas
O Bar do Museu Clube da Esquina já ambienta o visitante logo na entrada, fazendo referência ao movimento em todos os aspectos, desde a decoração até aos itens que compõem o acervo, com fotos, imagens e objetos dos integrantes.
A fama do local é tanta que atrai público de todas as idades, quem vivenciou o período do Clube da Esquina e também quem admira os integrantes e o trabalho realizado por eles. É um espaço multicultural para curtir a música genuinamente mineira acompanhada da boa gastronomia.
Até no cardápio o visitante é envolvido pelo clima do movimento. Tanto os pratos, quantos os drinks fazem referência às canções de sucesso do grupo. De segunda a sábado acontece apresentações musicais que vão de rock ao blues, transitando por outros estilos como jazz, MPB e os famosos sucessos do Clube da Esquina.
Se você passar por BH, já sabe um ponto turístico imperdível né? Aproveite para conhecer o Bar do Museu Clube da Esquina e viajar neste universo. Agora se você já visitou o bar, conta pra gente a sua experiência nos comentários!
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]]>O post Tiradentes – líder da Inconfidência Mineira apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Foi o líder da Inconfidência Mineira, movimento que marcou a revolta contra o domínio Português, que cobrava altas taxas e impostos. No período do Ciclo do Ouro, todo ouro encontrado era taxado com o um imposto que representava 20% do valor. As pessoas que portavam ouro ilegal ou não taxado eram punidas pela Coroa Portuguesa.
E diante das circunstâncias Tiradentes e outros inconformados e membros da elite como Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga lutaram pela libertação colonial do Brasil. A Inconfidência Mineira foi um marco da resistência no estado. E por isso a bandeira definida por estes inconfidentes passou a ser a bandeira oficial de Minas Gerais, composta por um triângulo vermelho em um fundo branco, com a inscrição em latim: Libertas Quae Sera Tamen (Liberdade ainda que tardia).
Por traição à Coroa, Tiradentes foi condenado a forca e foi executado em 21 de abril, de 1792, em praça pública no Rio de Janeiro. Inclusive, sua cabeça ficou exposta em Vila Rica, atual Ouro Preto. Conta-se que na mesma noite foi roubada e nunca descobriram o seu paradeiro. A data ficou marcada na história do país, e em sua memória é considerado feriado nacional.
A cidade de Tiradentes recebeu este nome em homenagem ao principal inconfidente. A troca de nome da cidade aconteceu pós Proclamação da República. Aliás, foi quando o novo governo republicano precisava de um herói com estes ideais, então optaram por Tiradentes, por ter combatido um governo monárquico. O local é uma referência no estado para o turismo, e abriga um monumento em homenagem ao herói homônimo, construído pela própria população, no fim do século XIX.
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]]>O post Conheça os 5 personagens que marcaram a história de Minas Gerais apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Listamos cinco importantes personagens, que ganharam fama pelos seus feitos em nossas terras. Confira!
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Joaquim José da Silva Xavier, o famoso Tiradentes, foi o líder da Inconfidência Mineira, movimento que marcou a revolta contra o domínio Português, que cobrava altas taxas e impostos. No período do ciclo do ouro, todo ouro encontrado era taxado com o chamado quinto, que representava 20% do valor. Aqueles que eram pegos com ouro ilegal ou não taxado eram punidos pela Coroa Portuguesa. A Inconfidência Mineira foi um marco da resistência no estado. E por isso a bandeira definida por estes inconfidentes passou a ser a bandeira oficial de Minas. Composta por um triangulo vermelho em um fundo branco, com a inscrição em latim: Libertas Quae Sera Tamen (Liberdade ainda que tardia). Tiradentes foi condenado a forca por traição à Coroa e foi executado em 21 de abril, de 1792, em praça pública.
Francisca da Silva de Oliveira, é a famosa escrava alforriada que viveu no antigo Arraial do Tijuco, atual Diamantina. Sua história é marcada pelo relacionamento amoroso com o poderoso contratador João Fernandes de Oliveira, que mudou sua trajetória e lhe deu a alforria. Chica da Silva faz parte da memória de Diamantina. O casal viveu um relacionamento de 15 anos e teve 13 filhos. Considerada uma mulher à frente do seu tempo, Chica da Silva foi alfabetizada, mas teve problemas para ser aceita em meio a elite branca da época. Faleceu em 1792 e teve sua vida retratada em filmes e novelas.
As famosas igrejas do período colonial com rococós e outras características do barroco são marca registrada do trabalho realizado por Antônio Francisco Lisboa – o Aleijadinho. Nascido em Ouro Preto, filho de um português com uma escrava, é um dos grandes responsáveis pelas belezas encontradas nas esculturas entalhadas das igrejas mineiras do século XVIII. Seu apelido deve-se a uma doença degenerativa que foi atrofiando os movimentos das suas mãos e pernas, mas o artista ainda continuou a trabalhar com os instrumentos amarrados aos punhos. Aleijadinho faleceu em 1814, aos 76 anos. Em Ouro Preto, funciona um museu em homenagem ao artista, devido a sua relevância para a história de Minas.
O artista Manuel da Costa Ataíde, popularmente conhecido como Mestre Ataíde, também viveu no período colonial. Natural de Mariana, foi um militar e famoso pintor brasileiro. Embora existam poucas referências sobre sua formação artística, sabe-se que ele seguia os cânones da igreja católica importados de Portugal e suas obras de cunho religioso eram baseadas nas gravuras dos livros sagrados e catecismo europeu. É um dos principais nomes do barroco mineiro e suas obras tem relevância internacional. Mestre Ataíde faleceu em 1830.
Ana Jacinta de São José, popularmente conhecida como Dona Beja, nascida em Pains (MG). Morou com sua família na cidade de São Domingos do Araxá. A criança se tornou uma bela mulher que despertava a inveja de outras mulheres e o desejo dos homens da época. Foi noiva do fazendeiro Manoel Fernando Sampaio, que a apelidou de Beja, fazendo uma alusão ao pássaro beija-flor. O novo ouvidor do rei, Dr. Joaquim Inácio Silveira da Motta, ficou fascinado com sua beleza e mandou raptá-la. Ela foi amante do ouvidor durante dois anos e viveu em Paracatu do Príncipe.
Tempos depois retornou a Araxá com muitas posses, mas era tratada de forma hostil. Na época muitas mulheres a viam como uma ameaça aos seus relacionamentos amorosos. Dona Beja teve duas filhas e aos 35 anos resolveu mudar para outra localidade, denominada Bagagem, que hoje é conhecida como Estrela Sul, onde permaneceu até o seu falecimento em 1874.
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O post Conheça os 5 personagens que marcaram a história de Minas Gerais apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>O post Conheça as obras de Oscar Niemeyer em Minas Gerais apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Outras cidades do estado, como Ouro Preto e Diamantina, também contam com obras desse grande ícone da arquitetura moderna, reconhecido internacionalmente. Veja onde encontrar os traços de Oscar Niemeyer em Minas!
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– Conjunto Moderno da Pampulha
Composto pela Igreja de São Francisco de Assis, Iate Tênis Clube, Casa do Baile e Museu de Arte da Pampulha foi inaugurado em 1943 e tornou-se Patrimônio Mundial da Humanidade, pela Unesco, em 2016.
Casa do Baile
Foi projetada em 1943 para ser local de dança popular. Da parte externa é possível avistar a Lagoa da Pampulha e o Museu de Arte da Pampulha. Na parte interna, há exposições para visitação e é possível assistir filmes sobre a construção do Conjunto Arquitetônico da Pampulha. A curiosidade do local está em um grande painel com desenhos feitos pelo próprio Oscar Niemeyer, na parede que faz divisa com o pequeno auditório, e na parte inferior, ao lado direito do painel, o arquiteto deixou algumas frases.
Av. Otacílio Negrão de Lima, 751 – Pampulha
Iate Tênis Clube
Da parte externa é possível visualizar o projeto que representa a ideia de um barco a se lançar sobre as águas. O desenho apresentou uma inovação arquitetônica: o telhado de duas asas que se inclinam em sentido contrário à dos telhados tradicionais, como asa de borboleta. Este tipo de telhado se tornou moda em Belo Horizonte e passou a caracterizar as construções mineiras do período. No salão principal encontra-se uma pintura de Portinari, conhecida como “O Jogo”.
Av. Otacílio Negrão de Lima, 1.350
Museu de Arte da Pampulha
Antigo cassino localizado na região deixou de operar com a proibição das casas de jogos no país e passou a funcionar como museu, a partir de 1957. O MAP possui um pequeno teatro, com uma pista de vidro iluminada para dança, novidade na época. Neste mesmo local, um efeito acústico provoca um eco, ouvido apenas por quem está na pista de dança.
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585 – Pampulha
Igreja São Francisco de Assis
Conhecida também como Igrejinha da Pampulha, foi o último prédio a ser erguido no complexo. O visual moderno impactou a tradicional sociedade e a igreja ficou fechada até 1959, quando, finalmente, foi entregue ao culto religioso católico. É o cartão-postal de Belo Horizonte.
Av. Otacílio Negrão de Lima, 3000 – Pampulha
– Casa Kubitschek, de 1943
A casa de fim de semana do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitscheck, também localizada na região da Pampulha, possui características singulares. O telhado tem forma de asa de borboleta, no mesmo estilo do Iate Tênis Clube. Uma obra típica da arquitetura brasileira do modernismo, que mesmo com a reforma, mantém o projeto original, pois as intervenções que foram feitas tiveram assistência direta de Niemeyer.
Av. Otacílio Negrão de Lima, 4188 – Pampulha
– Sede Administrativa da Fundação Zoo-Botânica, de 1950
Foi projetada para ser parte das instalações do Golfe Clube que fazia parte do projeto de Juscelino Kubistchek para o desenvolvimento da Pampulha enquanto espaço de lazer na cidade. Acredita-se que o esporte não teve boa aceitação do público e então em busca de melhor utilização o terreno foi transformado em um Jardim Zoológico.
Av. Otacílio Negrão de Lima, 8000 – Pampulha
– Sede do Banco Mineiro de Produção, de 1953
Localizado na Praça Sete de Setembro, bem no centro da capital mineira, a sede do Banco Mineiro de Produção possui traços modernistas, acompanha o alinhamento dos prédios vizinhos e tem traços arredondadas. Possui ampla área envidraçada na lateral da avenida Afonso Pena e frisos horizontalizados de concreto pelo lado da rua Rio de Janeiro. O projeto contrasta com o eclético do Banco Hipotecário e o art decó do Cine Brasil.
Rua Rio de Janeiro 471 – Centro
– Biblioteca Pública Professor Luiz de Bessa, de 1954
A Biblioteca Pública foi concebida com formas livres e marquises generosas, lembrando um pergaminho desenrolado. Seu acervo reúne obras raras e representativas de escritores brasileiros e estrangeiros e uma importante coleção de autores mineiros, além de revistas e jornais – correntes e históricos -, livros de literatura, coleção infantojuvenil, títulos em braille e audiolivros. Também possui amplo acervo digitalizado. Desde 2005, na parte externa, possui as esculturas de quatro escritores mineiros, conhecidos como os “Quatro Cavaleiros do Apocalipse” (Fernando Sabino, Helio Pelegrino, Otto Lara Resende e Paulo Mendes Campos)
Praça da Liberdade, 21 – Funcionários
– Escola Estadual Governador Milton Campos, de 1956
Conhecido também como Colégio Estadual Central é uma das mais antigas instituições de ensino da capital. Cada parte do prédio representa um material escolar: o prédio principal, uma régua; o auditório, um mata borrão (antigo objeto para absorver tinta); a cantina, uma borracha; e a caixa d’água, um giz.
Rua Fernandes Tourinho, 1020 – Lourdes
– Edifício Niemeyer, de 1960
O Edifício Niemeyer, um dos prédios mais fotografados e conhecidos de Belo Horizonte, teve o projeto iniciado em 1954 e só foi concluído em 1960. Ele possui 12 pavimentos em curvas e a fachada é recoberta por placas horizontais sobrepostas, que causam a sensação de o prédio ser bem mais alto. Neste prédio, na Praça da Liberdade, moraram o ex-presidente Tancredo Neves e sua esposa D. Risoleta Neves.
Praça da Liberdade, 153 – Funcionários
– Pampulha Iate Clube, de 1961
Na Avenida Otacílio Negrão de Lima, completando o contorno da lagoa, era um clube voltado para a alta sociedade mineira. Três grandes mestres assinaram a obra: Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx e Cândido Portinari. Niemeyer criou o projeto, Burle Marx e Portinari trabalharam o interior do salão de festas com o quadro “Frevo” e um painel de azulejos, intitulado “Peixes” no cenário dos jardins.
Rua Ilha Grande, 555 – Pampulha
– Conjunto JK, de 1968
O projeto original de 1951, que foi modificado, previa também a construção de supermercado, museu de arte moderna, comércio, serviços, repartições públicas e residências para os funcionários. Niemeyer também projetou uma ampla área de lazer para atender aos moradores. O conjunto, que só ficou pronto em 1968, é composto por dois blocos, que ocupam dois quarteirões, e possui duas torres de apartamentos, que se elevam sobre plataformas. O bloco mais baixo tem 22 pavimentos e o mais alto 35. É uma mini-cidade vertical, com 1.086 apartamentos e cerca de 5 mil moradores.
Rua dos Timbiras, 2.500 – Santo Agostinho
– Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, de 2010
É o projeto mais recente de Niemeyer em Belo Horizonte. Foi projetada para ser a nova sede administrativa do governo. O complexo é composto por cinco edifícios: o Palácio Tiradentes, os prédios Minas e Gerais, onde estão localizados as Secretarias de Estado, o Auditório Juscelino Kubistchek e o Centro de Convivência. O Palácio Tiradentes é considerado uma obra ousada do arquiteto, sendo um dos maiores prédios de concreto suspenso do mundo, com vão livre de 147 metros de comprimento e 26 metros de largura.
Rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/n – Serra Verde
– Grande Hotel, em Ouro Preto, de 1938
Essa obra pioneira, contou com a participação direta e indireta de dois outros grandes brasileiros, mundialmente reconhecidos: Lúcio Costa e Burle-Marx, este último autor do projeto original dos jardins do Grande Hotel. Em 1995, voltando à sua obra depois de várias décadas, Niemeyer registrou, nas paredes brancas do Grande Hotel, o seu traço característico com desenho de montanhas e mulheres.
Rua Senador Rocha Lagoa,162 – Centro, Ouro Preto
– Hotel Tijuco, em Diamantina, de 1951
A obra foi encomendada por Juscelino Kubitschek a Niemeyer e preserva mobiliário dos anos 50. O hotel tem formato de um trapézio invertido, exibindo linhas retas, formas geométricas e uso do concreto armado. Na fachada, destaque para as colunas em V, com continuidade do primeiro para o segundo andar. As varandas têm treliça azul e conjunto final sugere perspectiva infinita. A obra modernista contrasta com os casarões e igrejas coloniais da cidade.
Rua Macau do Meio, 211 – Centro, Diamantina
Qual é a sua obra preferida de Niemeyer em Minas Gerais? Conta pra gente nos comentários!
O post Conheça as obras de Oscar Niemeyer em Minas Gerais apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>O post Saiba onde encontrar as obras de Aleijadinho em Minas apareceu primeiro em Turismo de Minas.
]]>Seu apelido deve-se a uma doença degenerativa que foi atrofiando os movimentos das suas mãos e pernas, mas o artista ainda continuou a trabalhar com os instrumentos amarrados aos punhos. Aleijadinho faleceu em 1814, aos 76 anos. Em Ouro Preto, funciona um museu em homenagem ao artista, devido a sua relevância para a história de Minas Gerais.
As famosas igrejas do período colonial com rococós e outras características do barroco representam muito a sua arte, imagens de anjos e santos esculpidas por ele impressionam pela riqueza do trabalho.
Fizemos uma lista com 10 cidades onde é possível encontrar traços da genialidade de Aleijadinho. Confira!
Barão de Cocais
Portada do Santuário de São João Batista feita, em pedra-sabão.
Caeté
Imagem de Nossa Senhora da Piedade, no santuário da Serra da Piedade.
Imagens em madeira de Nossa Senhora do Carmo e de Santa Luzia, que estão na Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso.
Congonhas
12 profetas, esculpidos em pedra-sabão, no adro do Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
64 esculturas em cedro, em tamanho natural, nas capelas dos Passos da Paixão de Cristo, no Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Coroa de Nossa Senhora sobre a arca de Noé, guirlanda com três anjos e símbolos da eucaristia, na portada da Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
Felixlândia
Imagem de Nossa Senhora da Piedade, na Igreja de Nossa Senhora da Piedade. A peça em madeira pertenceu à antiga igreja da Fazenda da Jaguara, em Matozinhos, construída em 1786.
Mariana
Bustos-relicários de Santo Hilário e Santo Athanásio, e as imagens de São João Nepomuceno e São Joaquim, todas em madeira. Elas pertenceram ao Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, de Congonhas, e hoje estão no Museu Arquidiocesano de Arte Sacra.
Nova Lima
Altares em madeira que pertenceram à igreja da Fazenda da Jaguara, em Matozinhos, construída em 1786. No início do século 20, as talhas foram transferidas para a Matriz de Nossa Senhora do Pilar, no centro de Nova Lima.
Ouro Preto
Anjo tocheiro, em madeira, que fica na sala dedicada a Aleijadinho no Museu da Inconfidência.
Lavabo da sacristia e portada, em pedra-sabão, da Igreja de Nossa Senhora do Carmo.
Portada da Igreja do Senhor Bom Jesus do Matosinhos (São Miguel e Almas), em pedra-sabão.
Desenho da capela-mor da Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Perdões.
Desenho da capela-mor da Igreja de São Francisco de Paula.
Quatro leões de essa e imagem de São Francisco de Paula, no Museu Aleijadinho, todos em madeira.
Fachada e púlpitos, em pedra-sabão, da Igreja de São Francisco de Assis e lavabo da sacristia no mesmo material, e talha da capela-mor, em madeira.
Sabará
Imagem de Santana Mestra (1770), no Museu do Ouro. A peça é procedente da Capela de Nossa Senhora do Pilar do Hospício da Terra Santa de Sabará.
Dois atlantes em madeira, e fachada, em pedra-sabão, da Igreja de Nossa Senhora do Carmo.
Imagens de São Simão Stock e São João da Cruz, em madeira, da Igreja de Nossa Senhora do Carmo.
São João del-Rei
Portada da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em pedra-sabão.
Portada, em pedra-sabão, e altares laterais, em madeira, da Igreja de São Francisco de Assis.
Tiradentes
Desenho da fachada da Matriz de Santo Antônio.
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